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# Porcelanas Costa Verde

Entrevista ao Francisco Proença, de Porcelanas Costa Verde, no âmbito da Semana da Responsabilidade Social 2019.
 
SRS 2019: A Porcelanas da Costa Verde assume-se como uma das empresas mais modernas do seu setor, na União Europeia. Que medidas/estratégias sustentam esta afirmação?
FP: A aposta na implementação de várias normas de gestão como forma de motor da sustentabilidade e melhoria contínua. São elas: ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (ambiente), OHSAS 18001 (saúde e segurança), SA 8000 (Responsabilidade Social), ISO 50001 (eficiência energética, NP 4457 (Investigação, Desenvolvimento e Inovação); Cerificação como entidade formadora pela DGERT como forma de qualificar os seus colaboradores; Acompanhamento da evolução tecnológica e investimento nas mais avançada tecnologia de origem alemã; Parcerias com os principais fornecedores de equipamento com o com a criação de sinergias de Know how com a finalidade de conceber equipamento tecnologicamente inovador; Parcerias em projetos de investigação e desenvolvimento com entidades do foro cientifico tecnológico e investigação ( ex: Universidades e centros tecnológicos); Aposta na eficiência energética e na utilização de energias renováveis; Aposta em designer de referência como o Studio Levien – Design de novos produtos para a projeção internacional da marca; e Aumento das instalações e capacidade produtiva em 40%; Sistematização do sistema de gestão de investigação, desenvolvimento e inovação como forma de sustentar o mesmo e aumentar a criatividade.

SRS 2019: A empresa tem vindo a adotar uma estratégia de sustentabilidade que se estende a diversos domínios (Qualidade, Ambiente, Responsabilidade Social, Energia, etc). Que iniciativas destaca neste âmbito?
FP: Em 2016, a Costa Verde implementou um projeto fotovoltaico para a produção de energia elétrica, garantindo a sustentabilidade financeira do sistema e a contribuição para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar o risco de mudança climática. A estimativa feita, aponta para o valor das emissões de CO2 evitadas na ordem de 620 toneladas de CO2 equivalente por ano. Este é um projeto no qual Costa Verde afirma ser uma referência de boas práticas e melhores práticas na região e no país. Acreditamos que esta poderá ser uma iniciativa que envolverá outras empresas e setores para pensar e agir da mesma forma, melhorando a sua eficiência energética e tornando-se mais competitivo nesta área. A produção anual estimada é de cerca de 25% das necessidades atuais de energia elétrica. A área total de ocupação dos painéis fotovoltaicos é de cerca de 18 000 m2. A potência instalada total é de 1MW.
Ao longo deste ano tem-se apostado na Ergonomia, Riscos Psicossociais e Condições de Trabalho. O projeto Ergonomia inclui avaliação de riscos ergonómicos e implementação de melhorias, formação em Ergonomia, estabelecimento de práticas de ginástica laboral diária, gabinete de fisioterapia e aulas de fitness em grupo, três vezes por semana.
 
SRS 2019: Em que consiste o Projeto de Cooperação Tecnológica e Cientifica PrintCER3D e porque motivo foi criado?
FP: Numa Economia globalizante e assente no conhecimento, o reforço das vantagens competitivas só pode ser conseguido através de um desenvolvimento sistemático e sustentado da inovação.
A Costa Verde convicta desta realidade efetuou um Consórcio com a Universidade de Aveiro e Centro Tecnológico de Cerâmica e Vidro (CTCV) com o objetivo, de congregar os conhecimentos técnico e científico e ao desenvolvimento conjunto do Projeto “PrintCer3D - Fabrico rápido de produtos em porcelana por impressão tridimensional”, a financiar pelo Fundo Estrutural FEDER e apresentada ao Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento (SI IDT) do QREN, “Projetos de I&DT Empresas em Co-promoção”.

SRS 2019: Tendo em conta que a sustentabilidade é, de forma crescente, encarada como um fator de competitividade para as organizações, como perspetiva a atividade da Porcelanas da Costa Verde dentro de 20 anos?
FP: Atualmente com a ampliação das instalações e aumento da sua capacidade produtiva a Costa verde prepara-se para fazer face a um mercado mais exigente, apostando não só na qualidade do seu produto, na diferenciação e aumentando o valor acrescentado do mesmo, assim como na otimizando os custos de produção com recurso a uma inovação constante do processo e da organização. Não esquecendo a valorização do seu mais importante recurso através da motivação e qualificação dos colaboradores.

SRS 2019: E o que pensa que deve ser feito para tornar mais sustentável e competitivo o setor da indústria, até 2030?
FP: Este setor é um setor de consumo intensivo de energia e de mão de obra intensiva. Em face dos custos de energia elevados e da escassez de mão de obra. O setor têm de se focar na eficiência energética com recurso a energias renováveis e equipamentos mais eficientes, assim como na aposta de melhores tenologias (ex: industria 4.0).
A escassez de recursos naturais e hídricos também é uma preocupação e neste sentido este setor também deve apostar em medidas alternativas que diminuam o impacto da atividade na diminuição de Recursos.
Qual é a importância, para a Porcelana da Costa Verde, de se associar a iniciativas como a Semana da Responsabilidade Social 2019?
O reconhecimento externo da estratégia Costa Verde para a sustentabilidade como forma de contribuir para a divulgação nacional e internacional da marca.

SRS 2019: Em três palavras, como define Sustentabilidade?
FP: Equilíbrio socioeconómico e ambiental.
 
 

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