Formação modular certificada – catálogo nacional de qualificações

Com estes projetos formativos, a APEE  visa contribuir para a promoção da sustentabilidade e da qualidade do emprego e reforçar a mobilidade laboral de profissionais de diversas áreas de qualificação, designadamente de empregados/as que, através do aumento das suas competências e qualificações mediante a participação nestas ações de formação, poderão aceder a melhores perspetivas de empregabilidade ou de reinserção no mercado de trabalho. 

A formação tecnológica, realizada em unidades de formação de curta duração (UFCD) com a duração de 25 ou de 50 horas, dependendo dos seus conteúdos, está integrada nos perfis profissionais publicados no Catálogo Nacional de Qualificações e permite alcançar uma certificação profissional, na medida em que o/a formando/a vai capitalizando as unidades concluídas com aproveitamento, que ficam registadas no seu Passaporte Qualifica. 

Aceda aqui às Fichas de Projeto:

Informe-se connosco sobre as qualificações profissionais disponíveis e condições de candidatura e de frequência!

Formação estratégica para associados apee

APEE oferece aos seus Associados um conjunto de ações co-financiadas por fundos nacionais e comunitários, em áreas de intervenção muito específicas, associando-se a entidades reguladoras estratégicas, como é o caso da oferta disponibilizada no decurso de 2021, com a Comissão para a Igualdade de Género (CIG). Estas ações de formação são de participação gratuita e conferem certificação inserida no Sistema Nacional de Certificação Profissional (SNCP).

Não perca estas oportunidades:

  • Formação de Públicos Estratégicos para Especialização em Igualdade de Género – 58h   

Destinatários: Dirigentes, Técnicos/as, Quadros médios e superiores, Chefias de topo, Profissionais da área da comunicação, Profissionais de Recursos Humanos, Gestores/as, Pessoal representativo e Associações representativas dos/as trabalhadores/as, Associações representativas dos empregadores, Formadores/as e Consultores/as, de organizações públicas e privadas.

  • Formação de Formadores para obtenção de Especialização em Igualdade de Género – 72h

Destinatários: Formadores/as, com CCP (Certificado de Competências Pedagógicas), interessados/as na obtenção de especialização em Igualdade de Género.

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Bem estar e felicidade organizacional

O bem-estar geral e a felicidade no local de trabalho são condições incontornáveis de sucesso para as organizações. A investigação demonstra que indivíduos felizes tendem a ter uma melhor saúde física e psicológica e vivem mais tempo, com melhor desempenho, podem lidar melhor com eventos stressantes, têm relações de trabalho mais positivas e estão mais satisfeitos com os seus empregos, o que se traduz na redução de custos em cuidados de saúde e em ganhos por melhoria do desempenho e aumento de produtividade e sustentabilidade das empresas. Estas condições resultam da interação de um conjunto complexo de variáveis, presentes nos mais diversos ambientes que envolvem a vivência da pessoa e são derivados das respostas que esta produz em face das exigências dessa envolvente – o trabalho, os colegas, a liderança, a família, a vida pessoal, etc, pelo que implicam uma abordagem mais flexível e ampla das questões de segurança e saúde no trabalho, em que não basta prevenir a doença diretamente relacionada com o trabalho e ambiente em que este é exercido e os riscos físicos, mentais e sociais que lhe estão associados, mas também equacionar os estilos de vida podem potenciar ou despoletar esses riscos e interferem significativamente com o desempenho individual, considerando a generalidade de fatores que direta ou indiretamente interferem com as pessoas, dentro e fora do contexto de trabalho.

O bem-estar e a felicidade no local de trabalho são condições altamente lucrativas para as organizações e estão ao alcance de todas, independentemente da sua dimensão ou área de negócio; contudo devem ser abordadas pelas lideranças e demais responsáveis com a preparação adequada. As ações de formação que a academia APEE concebeu, neste âmbito, visam dar uma resposta qualificada e especializada a esta necessidade.

 Participe!

Assédio no local de trabalho: caracterização, prevenção e combate

Igualdade de género: diversidade e multisetorialidade

A diversidade em função do género está presente, de forma transversal e multisetorial, no nosso quotidiano. Nas organizações, na política e na sociedade em geral, só poderemos concretizar plenamente o potencial enquanto seres humanos se utilizarmos todos os nossos talentos e diversidade. Considerar apenas metade da população, metade das ideias ou metade da energia não é inteligente.

Participe nas nossas ações de sensibilização!

A realidade transversal e multisetorial da Igualdade de Género

Adotar uma linguagem neutra e inclusiva na organização

Sustentabilidade, uma questão de propósito, pessoas e planeta

Em 2017, através do Decreto-Lei nº89/2017 de 28 de julho, foram transpostas para o ordenamento jurídico nacional as diretrizes da União Europeia para a elaboração do relatório de informação não financeira; neste momento, está em preparação uma nova proposta de Diretiva CSDR – Corporate Sustainability Reporting Directive, que prevê a obrigatoriedade de todas as empresas/organizações reportarem a sua informação não financeira de forma mais direcionada, fiável e acessível, de modo a alavancar a transição para um sistema económico e financeiro sustentável e inclusivo, em linha com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Com reflexo nos relatórios de grandes empresas portuguesas já a partir do ano fiscal de 2023, esta nova Diretiva aumenta substancialmente o nível de ambição para todas as partes interessadas, alargando o âmbito de aplicação de cerca de algumas dezenas para mais de 1000 empresas e introduz, à semelhança do que já é realidade em alguns países europeus, a obrigatoriedade de proceder à verificação independente dos relatórios de sustentabilidade. Neste contexto, as grandes empresas serão também responsáveis, a partir de 2023, pela avaliação das suas cadeias de fornecimento, devendo passar a escrutinar o desempenho das pequenas e médias empresas com que se relacionam, que passam a estar diretamente abrangidas por estes requisitos a partir de 1 de janeiro de 2026.

A academia APEE preparou o curso de especialização em sustentabilidade, que integra os conteúdos essenciais para compreender, implementar, produzir, acompanhar e avaliar o reporting sistemático de sustentabilidade na sua organização.

Participe!

Módulo I – A Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Módulo II – A relação entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e os critérios ESG

Módulo III – O relatório de Sustentabilidade

Responsabilidade social: abordagem estratégica

As organizações socialmente responsáveis cultivam boas práticas sociais, ambientais, laborais e económicas, procurando reduzir os impactes negativos que resultam da sua atividade e contribuir para a melhoria do seu meio envolvente.

Trata-se de assumir práticas empresariais que, de forma voluntária, desenvolvem processos com o propósito de incluir preocupações de carácter social e ambiental nas atividades e estratégias, de forma a criar um conjunto de valores que envolvam todas as partes interessadas.

O conceito de responsabilidade social tem evoluído ao longo do tempo e as suas definições variam, consoante interpretações mais abrangentes ou mais restritivas, contudo há um conjunto de princípios norteadores que são consensuais. Esta formação permite um conhecimento atualizado sobre o estado da arte e orienta a ação das organizações em matéria de responsabilidade social, acedendo aos instrumentos mais relevantes que têm vindo a ser produzidos, quer a nível internacional, quer a nível nacional.

Participe!

Os novos rumos da Responsabilidade Social

Ética aplicada às organizações

No âmbito da Estratégia Nacional Anticorrupção, que tem vindo a implementar diversas medidas que visam reprimir e combater os fenómenos de corrupção em Portugal, o recentemente publicado Decreto-Lei n.º 109-E/2021 acrescenta àquelas medidas um mecanismo geral de prevenção da corrupção, obrigando as empresas/organizações, quer do setor público, quer do setor privado, a implementarem programas de prevenção internos, que deverão incluir, entre outros instrumentos, os respetivos códigos de ética.

Esta obrigatoriedade abrange, desde logo, as organizações com 50 ou mais trabalhadores.

A academia APEE estruturou o curso de especialização em ética na organização, com o propósito de apoiar todas as organizações com os conhecimentos, ferramentas e práticas indispensáveis à implementação do código de ética, de acordo com as normas NP 4460-1:2007 e NP 4460-2:2010, produzidas na APEE, enquanto organismo de normalização setorial qualificado pelo Instituto Português para a Qualidade.

Participe!

Módulo I – Como criar uma cultura de ética na organização

Módulo II – O desempenho ético da organização

Módulo III – NP 4460-1:2007 e NP 4460-2:2010 operacionalização do código de ética na organização

Módulo IV – Código de ética: seguimento e monitorização

Contactos

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    Espaço Multigeracional - Incubadora de Empresas de Águeda
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