SRS 20ª Edição -5Ps | Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias


A APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial, com a parceria estratégica da UN Global Compact Network Portugal, promove a 20.ª edição da Semana da Responsabilidade Social, com o tema: 5Ps | Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias. Estes cinco pilares abordam áreas-chave do desenvolvimento sustentável, representando dimensões interligadas que devem ser consideradas em conjunto para a construção de um futuro mais justo, inclusivo e equilibrado. 

 A edição de 2025, exclusivamente presencial, terá lugar no Estúdio Time Out – Time Out Market, Lisboa [Av. 24 de Julho, 49, Lisboa], assumindo o formato de um Evento Multiatividades, oferecendo uma programação diversificada que inclui conferências, debates, workshops, exposições temáticas, momentos culturais e sessões de networking. 

 Esta abordagem visa proporcionar uma experiência dinâmica e envolvente, incentivando a participação ativa e a troca de conhecimento entre os diversos públicos, organizações e especialistas presentes. 

O evento congrega no 1.º dia a realização da cerimónia de entrega de prémios da 11.ª edição do Reconhecimento de Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade, iniciativa promovida pela APEE desde 2015, que distingue organizações públicas e privadas, com e sem fins lucrativos, pelas boas práticas em ética, sustentabilidade e boa governação.

Programa

  • Dia 5 de Novembro

    Palco SRS

    Horário Segmento Entidade
    10:00-10:45

    Conferência Inaugural | 5 Ps: Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias

    Intervenções:

    • Mário Parra da Silva, Presidente da Direção, APEE
    • Gabriel Osório de Barros, Sub-Director, PLANAPP – Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas
    • Patrícia Pereira da Silva, Vice-Reitora para o Planeamento,  Sustentabilidade e Qualidade, Universidade de Coimbra
    • José António Mouraz Lopes, Presidente do Conselho de Administração, MENAC – Mecanismo Nacional Anti-Corrupção
    11:00-11:45

    Resiliência que une: Água, Pessoas, Futuro

    Boas-Vindas

    • Fátima Borges, Diretora de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Grupo Águas de Portugal

    Abertura

    • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal

    Resiliência hídrica como fator de coesão territorial

    • Ana Margarida Luís, Administradora, Grupo Águas de Portugal

    Pessoas com Norte: Bem estar com Propósito

    • Susana Carvalho, Coordenadora de Sustentabilidade, Águas do Norte, S.A
    12:00-12:45

    Sustentabilidade no Ensino Superior

    Speaker 

    • Tomás Carnall, Consultant, We Talent Solutions

    12:45-14:15 Almoço Livre
    14:15-15:00

    Digitalização com Propósito

    Intervenções:

    • Patrícia Martinho, Diretora de Sustentabilidade e Risco, INCM
    • Filipa Sequeira, Voluntária, Entrajuda
    • Margarida Guedes Quinhones, Presidente da Direção, Pedalar Sem Idade Portugal
    • Inês Marques, Responsável por projetos de literacia jurídica e comunicação, Diário da República
    15:15-16:00 Construindo Futuros Sustentáveis: A Importância da Certificação para as Organizações num Mundo em Evolução

    Abertura

    • Patrícia Franganito, Diretora de Certificação e Formação Área Ibéria e Membro do Conselho Executivo, Bureau Veritas Ibéria

    ODS e Sustentabilidade 

    • Cristina Ribeiro, P&L Certificação Manager, Bureau Veritas Portugal

    Compras Sustentáveis 

    • Carla Lima, Coordenadora de Desenvolvimento de Negócio, Bureau Veritas Portugal

    Fecho com reflexão sobre a Transformação Responsável

    🎥 Vídeo de testemunhos

    • Patrícia Fraganito, Diretora de Certificação e Formação Área Ibéria e Membro do Conselho Executivo, Bureau Veritas Ibéria
    16:15-17:00

    O papel transformador do setor financeiro na inclusão e sustentabilidade

    Painel:

    Moderação:

    • Francisca Onofre, ESG & Sustainability Director, Doutor Finanças

    Literacia e comportamento financeiro numa perspetiva holística: corpo, mente e carteira

    • Sérgio Cardoso, Chief Education Officer, Doutor Finanças

    Investimentos acessíveis e de impacto que promovem o desenvolvimento sustentável

    • Rita Oliveira, Chief Operating Officer and Managing Partner, GoParity

    Financiamento ambiental e social para pessoas e empresas que querem crescer de forma responsável.

    • Cristina Melo Antunes, Head of Sustainability, Santander 

    17:30-19:00

    Cerimónia Reconhecimento Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade

    O Reconhecimento de Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade distingue a implementação de políticas e modelos de boa governação em organizações dos setores público e privado, com e sem fins lucrativos, que criam valor para as suas partes interessadas e contribuem ativamente para o desenvolvimento sustentável.

    As organizações são reconhecidas com as seguintes distinções:

    • Menção Honrosa do Júri
    • Reconhecimento – Prémio do Júri – Bronze
    • Reconhecimento – Prémio do Júri – Silver
    • Reconhecimento – Prémio do Júri – Gold

    É ainda atribuído anualmente o Prémio Estratégia Responsabilidade Social e Sustentabilidade, que distingue o trabalho consistente desenvolvido pelas Organizações nestes domínios ao longo dos anos.

    Espaço LAB

    Horário Iniciativa Organização
    10:45-11:30

    Promover a Ética nas organizações – Sessão de apresentação e reflexão no âmbito da adoção da EBEN Portugal – Rede Europeia de Ética Empresarial

    10h45-11h00: Enquadramento

    Ana Simaens, Membro da Comissão Executiva, EBEN Portugal APEE

    • A ética nos negócios: fundamentos teóricos e relevância no contexto económico europeu
    • O papel da EBEN no enquadramento internacional da ética organizacional
    • Principais desafios éticos emergentes nas organizações portuguesas e europeias

    11h00-11h15: EBEN Portugal – Missão, visão e objetivos

    Ana Cristina Saraiva, EBEN Portugal-APEE

    • O que é a EBEN Portugal: origem, ligação à EBEN Europeia
    • Missão e visão estratégicas: contributo para o desenvolvimento da ética nas organizações
    • Iniciativas realizadas e previstas (projetos em desenvolvimento, investigação, formação, práticas organizacionais)

    11h15-11h25: A ética como pilar das organizações responsáveis

    Mário Parra da Silva, Presidente da APEE e da Comissão Executiva da EBEN Portugal

    • A relevância da ética nas organizações. O seu papel como fator de sustentabilidade, competitividade e confiança
    • O papel da EBEN na promoção de práticas organizacionais responsáveis e de ecossistemas organizacionais éticos
    • Convite à adesão e participação ativa na rede EBEN

    11h25-11h30: Discussão 

    11:45-12:30

    O Idadismo e a Importância da sua Mitigação para as Empresas

    Apresentação da Norma ISO 25550 – Ageing Societies

    Intervenção:

    • Daniela Guerreiro, Head of People and Organizational Culture, Pedra Base

    Painel:

    Moderação: 

    • Maria do Rosário Fidalgo, Projetos, Formação e Internacional, CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego

    Oradores:

    • Elena Parras Duran, Fundadora e Diretora, 55+;
    • Maria Manuel Meruje, Diretora do Departamento de Recursos Humanos, IRN – Instituto dos Registos e do Notariado
    • Joana Silva Aroso, Advogada e Coordenadora da DESK LONGEVIDADE, JPAB –  José Pedro Aguiar-Branco Advogados
    12:45-14:15 Almoço Livre
    14:30-16:30

    Apresentação de Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade

    • Alfaloc Transportes: Ouvir o Invisível – Programa de Avaliação e Promoção do Bem-Estar Psicológico dos Colaboradores 
      Isabel Vilaça, Diretora Departamento das Pessoas
      • Associação dNovo: Associação dNovo / Promoção da Empregabilidade Sénior em Portugal
        Isabel Viegas, Vice-Presidente
      • Banco Montepio: Impact Innovation Fund – Parceria para o Investimento de Impacto em Portugal e Espanha
        Bárbara Leão de Carvalho, Impact & Sustainability Investments, 3xP
        Raquel Policarpo, Sustainability Officer
        Rita Branco,  Impact & Sustainability Investments da 3xP
      • Beltrão Coelho: Economia Circular em Movimento: do Recondicionamento à Reutilização 
        Ana Cantinho, CEO
      • Bondalti: MULTI-AD
        Miguel Coelho, Gestor de Programas de Inovação
      • Egas Moniz School of Health & Science: “Há Margem” 
        Susana Monteiro, Professora Auxiliar
      • Gertal: GERAlgas Lovers 
        Ana Sofia Santos, Nutricionista, Projetos de Inovação e Sustentabilidade
      • Instituto Politécnico de Setúbal: Bosque Mediterrânico
        Carlos Mata, Vice-Presidente
      • Montiqueijo: Rotulagem em Braille 
        Constança Santos, Marketing & Comunicação
      • Município de Oeiras: Oeiras Community Valley (OCV)
        Beatriz Costa, Técnica para a Responsabilidade Social
      • Zurich Insurance Europe AG: Inclusão Social
        Liliana Silva, Head of Sustainability
    1. Dia 6 de Novembro

      Palco SRS

      Horário Segmento Entidade
      10:00-12:45

      Conselho de Segurança das Nações Unidas – Simulação 

      Tema: A Reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas

      Programa:

      Sessão de Abertura

      • Intervenção de: Mário Parra da Silva, Secretário-Geral, United Nations Association Portugal

      Simulação: Conselho de Segurança – Mesa da Assembleia:

      • Iúri Cláudio, Presidente
      • Beatriz Santos, Vice-Presidente
      • Mariana Teixeira, Secretária 
        • Confirmação do quórum
        • Aprovação da agenda

      Discursos de Abertura

      • Intervenções das 15 delegações de países: Afeganistão, África do Sul, Angola, Argentina, Cabo Verde, Cuba, Estados Unidos da América, Federação Russa,  França, Israel, Japão, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Popular da China 

      Sessão de Trabalho

      • Debate formal
      • Redação e negociação da proposta de resolução
      • Introdução e votação da proposta de resolução

      Encerramento

      12:45-14:15 Almoço Livre
      14:15-15:00

      DEI Summit: INCLUIR É AGIR!

      Intervenções:

      • Mónica Canário, Coordenadora de Projeto, APPDI
      • Mónica Carneiro, Gestora de projetos de DEI e Engagement, Grupo Ageas Portugal
      15:15-16:00

      Compromisso Sustentável: Quatro Empresas, Uma Visão para o Futuro

      Painel:

      Moderação:

      • José Vale, Diretor de Empreendedorismo e Inovação, IAPMEI

      Intervenientes:

      • Filipa Montalvão, Partner e Co-Fundadora, White Way
      • Filomena Duarte, Diretora Executiva, PTPC – Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção, Entidade Gestora do Cluster Arquitetura, Engenharia e Construção
      • Rui Lucas, CEO, Prior Lucas
      • Rui Ragageles Motty, CEO, Optocentro
      16:15-18h00

      Pre-COP 30: Countdown to Belem

      16h15 – 16h25- Abertura

      • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal

      16h25 – 16h40- Contributo das políticas públicas para o avanço do Acordo de Paris 

      • Paulo Lourenço, Chefe de Unidade de Políticas de Mitigação, Agência para o Clima, I.P.

      16h40 – 16h55 – Estratégia de Descarbonização e Objetivos Alinhados com a Ciência

      • Sofia Jorge, Administradora Executiva, Altri SGPS

      16h55-17h10 – Os Mercados de Carbono como Solução Complementar

      • Representante, PLMJ

      17h10-17h40- Painel de Debate: Rumo à COP 30: Prioridades e Resultados em Perspetiva

      • Paulo Lourenço, Chefe de Unidade de Políticas de Mitigação, Agência para o Clima, I.P.
      • Representante, PLMJ
      • Sofia Jorge, Administradora Executiva, Altri SGPS
      • Representantes, Delegação Etiópia, COP Oeiras Valley 2025

      Moderação:

      • Paula do Espírito Santo, Professora Associada, ISCSP

      17h40 – 17h55 – Guardians of Climate Integrity: Combater a Desinformação

      • António Ferrari, Assessor de Comunicação para Portugal, Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC)
      18:00-18:15 Encerramento

      Espaço LAB

      Horário Iniciativa Organização
      10:45-11:30

      Economia Circular e Inovação Regenerativa

      Painel

      Moderação:

      • Ricardo Lopes Ferro, Presidente, CT 218 – Economia Circular/ ONS-APEE

      Oradores:

      • Vasco Marques Pinto, Coordenador de Sustentabilidade, El Corte Inglés
      • Susana Carvalho, Sustainability & Climate Transition Manager, Bondalti
      • Ana Cantinho, CEO, Beltrão Coelho
      11:45-12:30

      Igualdade Remuneratória, Conciliação e Bem-estar: Um Compromisso para o Futuro

      Painel

      Moderação:

      • Isabel Moço, Vogal da Direção, APEE

      Oradores:

      • Carla Tavares, Presidente, CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego
      • Ramiro Matos, Presidente, Águas de Santarém
      • Rita Moura, Direção de RH, Gebalis
      12:45-14:15 Almoço Livre
      15:00-15:45

      A CT 165 e a Ética nas Organizações: Decisões, Desafios e Práticas Transformadoras

      1. Abertura e enquadramento (10 min)
      • Maria Isabel Mendes, Presidente da CT 165/ Vogal da Direção, APEE

      Enquadramento do tema e do papel da CT 165 na definição de princípios e diretrizes para a ética nas organizações em Portugal.

              2. Ética e compliance jurídico (10m)

      • Isabel Arantes, Advogada Associada, JPAB – José Pedro AGUIAR-BRANCO

      A importância dos códigos de conduta e das normas desenvolvidas pela CT 165 como instrumentos de prevenção de riscos éticos e reforço da confiança nas relações empresariais.

                  3. A ética aplicada à gestão empresarial (10m)

      • César Barros, Compliance Officer, Ascendi

      Exemplos práticos da implementação de sistemas de ética alinhados com os princípios definidos pela CT 165. Reflexão sobre os dilemas diários e os desafios de integrar a ética na cultura organizacional.

                     4. O papel da educação, da liderança e da formação contínua na disseminação dos valores éticos defendidos pela CT 165 (10m)

      • Fernando Miguel Seabra, Professor Coordenador,  ISCAL

                      Conclusões (5m)

      • Maria Isabel Mendes, Vogal da Direção, APEE
      16:00 -16:45

      Empreendedorismo com Propósito

      Painel

      Moderação:

      • Ricardo Lopes Ferro, Presidente, ONS-APEE

      Oradores:

      • Maria João Graça, Vogal do Conselho Diretivo, IPQ
      • Sónia Pepe, CEO & Head of Growth, Loopa

    Speakers

    • Ana Cantinho

      CEO
      Beltrão Coelho

    • Ana Saraiva

      EBEN Portugal
      APEE

    • Ana Simaens

      Membro da Comissão Executiva
      EBEN Portugal APEE 

    • Ana Sofia Santos

      Nutricionista
      Projetos de Inovação e Sustentabilidade
      Gertal

    • António Ferrari

      Assessor de Comunicação para Portugal
      Centro de Informação Regional das Nações Unidas

    • Bárbara Leão de Carvalho

      Impact & Sustainability Investments
      3xP

    • Beatriz Costa

      Técnica para a Responsabilidade Social
      Município de Oeiras

    • Beatriz Santos

      Vice-Presidente da Mesa da Assembleia
      Model UN Security Council

    • Carla Lima

      Coordenadora de Desenvolvimento de Negócio
      Bureau Veritas Portugal

    • Carla Tavares

      Presidente
      CITE

    • César Barros

      Compliance Officer
      Ascendi

    • Constança Santos

      Marketing & Comunicação
      Montiqueijo

    • Cristina Melo Antunes

      Head of Sustainability
      Santander

    • Cristina Ribeiro

      P&L Certificação Manager
      Bureau Veritas Portugal

    • Daniela Guerreiro

      Head of People and Organizational Culture
      Pedra Base

    • Elena Parras Duran

      Fundadora e Diretora
      55+

    • Fernando Seabra

      Fátima Borges

      Diretora de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa
      Grupo Águas de Portugal

    • Fernando Seabra

      Fernando Miguel Seabra

      Professor Coordenador
      ISCAL

    • Fernando Seabra

      Francisca Onofre

      ESG & Sustainability Director
      Doutor Finanças

    • Gabriel Osório de Barros

      Sub-Director
      PLANAPP

    • Isabel Arantes

      Advogada Associada
      JPAB – José Pedro AGUIAR-BRANCO

    • Isabel Mendes

      Vogal da Direção
      APEE

    • Isabel Moço

      Vogal da Direção
      APEE

    • Isabel Vilaça

      Diretora Departamento de Pessoas
      Alfaloc

    • Iúri Cláudio

      Presidente de Mesa da Assembleia
      Model UN Security Council

    • Joana Aroso

      Advogada e Coordenadora do Grupo de Longevidade e Envelhecimento
      JP Aguiar-Branco

    • José António Lopes

      Presidente do Conselho de Administração
      MENAC

    • Liliana Silva

      Diretora de Sustentabilidade
      Zurich

    • Mário Silva

      Maria João Graça

      Vogal do Conselho Diretivo
      IPQ

    • Mário Silva

      Maria Manuel Meruje

      Diretora do Departamento de Recursos Humanos
      IRN

    • Mário Silva

      Maria Rosário Fidalgo

      Projetos, Formação e Internacional
      CITE

    • Mário Silva

      Mariana Teixeira

      Secretária de Mesa da Assembleia
      Model UN Security Council

    • Mário Silva

      Mário Parra da Silva

      Presidente da Direção
      Associação Portuguesa de Ética Empresarial

    • Mário Silva

      Miguel Coelho

      Gestor de Programas de Inovação
      Bondalti

    • Mário Silva

      Mónica Carneiro

      Gestora de projetos de DEI e Engagement
      Grupo Ageas Portugal

    • Mário Silva

      Mónica Canário

      Coordenadora de Projeto
      APPDI

    • Mário Silva

      Patricia Franganito

      Diretora de Certificação e Formação Área Ibéria e Membro do Conselho Executivo
      Bureau Veritas Ibéria

    • Mário Silva

      Patrícia Pereira da Silva

      Vice-Reitora para o Planeamento, Sustentabilidade e Qualidade – Universidade de Coimbra

    • Mário Silva

      Paula do Espirito Santo

      Professora Associada
      ISCSP

    • Mário Silva

      Paulo Ferreira Lourenço

      Responsável pela Unidade de Políticas de Mitigação do Departamento de Alterações Climáticas
      Agência para o Clima

    • Mário Silva

      Ramiro Matos

      Presidente
      Águas de Santarém

    • Mário Silva

      Raquel Freitas

      Consultora Sénior – Área do Ambiente
      PLMJ

    • Mário Silva

      Raquel Policarpo

      Sustainability Officer
      Banco Montepio

    • Mário Silva

      Ricardo Lopes Ferro

      Presidente
      ONS APEE

    • Mário Silva

      Rita Moura Rodrigues

      Direção de Recursos Humanos
      Gebalis

    • Mário Silva

      Rita Oliveira

      Chief Operating Officer and Managing Partner
      GoParity

    • Mário Silva

      Rita Branco

      Impact & Sustainability Investments
      3xP

    • Sérgio Cardoso

      Chief Education Officer
      Doutor Finanças

    • Sofia Jorge

      Administradora Executiva
      Altri

    • Sónia Pepe

      CEO&Head of Growth
      Loopa

    • Susana Carvalho

      Sustainability and Climate Change Manager
      Bondalti

    • Susana Monteiro

      Professora Auxiliar
      Egas Moniz School of Health & Science

    • Tomás Carnall

      Consultant
      We Talent Solutions

    • Vasco Marques Pinto

      Coordenador de Sustentabilidade
      El Corte Inglés

    Parceiros

    Organização

    Parceria Estratégica

    Global Compact

    Main Sponsor

    bondalti

    .

    Gold Sponsor

    EGAS MONIZ

    .

    Silver Sponsor

    INCM

    .

    Bronze Sponsor

    Apoio

    Coorganização

    Local do evento

    38.7068,-9.1456


    Morada:

    Estúdio Time Out – Time Out Market Lisboa
    Av. 24 de Julho
    1200-478 Lisboa

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    SRS 2024 | Tabaqueira

    Temos a honra de poder contar com a Tabaqueira como Parceira Gold da SRS 2024. Quais as principais expectativas que tem relativamente a esta iniciativa?

    Para a Tabaqueira e para o grupo a que pertence, a Philip Morris International (PMI), cujo modelo de negócio assenta numa visão da sustentabilidade a 360º, colocando-a no centro de todas as decisões de gestão, a Semana da Responsabilidade Social é um momento crucial para o mundo corporativo nacional, no sentido em que, de forma contínua, tem sinalizado junto dos decisores – empresariais, políticos, económicos, privados e públicos – a importância de refletirem sobre o propósito das suas organizações: o desenvolvimento sustentável, o planeta e os seus recursos, a inclusão e a equidade e a criação de valor de forma transversal na sociedade. Esta é missão da APEE e é também o que está no centro da transformação do negócio da Tabaqueira e da PMI. No caminho pela sustentabilidade, como organização, estamos permanentemente a inovar, colocando em marcha ações que garantem um futuro mais sustentável e equitativo para todos. E, por isso, a aproximação da nossa empresa aos seus stakeholders – parceiros de negócio, outras empresas, governos, organismos públicos, academia, parceiros sociais, economia social e sociedade civil representa, para nós, uma enorme oportunidade para partilhar a nossa experiência, mas também de aprendizagem e construção de novas parcerias que robustecem a nossa capacidade de pensar, de fazer melhor e que nos torna mais competitivos, enquanto cuidamos do planeta e das pessoas. Desde que colocámos a sustentabilidade no centro do nosso negócio, temos construído um caminho de muitas vitórias, reconhecido através de várias certificações e distinções, mas também de muita aprendizagem. É a partilha da nossa experiência e do nosso percurso que nos traz até iniciativas como esta.

    A Tabaqueira assume a sustentabilidade como o seu modelo de negócio. No que definiram como Roteiro 2025, como quadro estratégico em termos de sustentabilidade, que aspetos consideram ser os mais desafiantes?

    Para a Tabaqueira e para a PMI, a sustentabilidade significa criar valor – a curto, médio e longo prazo – e, simultaneamente, minimizar as externalidades negativas associadas à sua atividade. É aqui que residem os nossos maiores desafios: reduzir o impacto dos nossos produtos e das nossas operações, nas dimensões ambiental e social. Desde 2016, a Philip Morris International (PMI) tem em marcha uma verdadeira mudança transformacional no paradigma de negócio e gestão, tendo assumido a ambição de alcançar um futuro livre de fumo. Acreditamos que só conseguiremos alcançar esse nosso propósito integrando a sustentabilidade em todos os aspetos do nosso negócio – incluindo no portefólio dos nossos produtos.

    A Tabaqueira, como subsidiária da PMI, ambiciona transformar-se numa empresa em que os cigarros são um produto do passado, substituindo completamente o seu consumo por produtos sem combustão que são cientificamente comprovados como menos nocivos. Desde 2008, investiu significativamente no desenvolvimento, avaliação científica e comercialização destes produtos inovadores sem combustão. A empresa também está a expandir-se para as áreas de saúde e bem-estar, utilizando toda a experiência adquirida nas diversas áreas das ciências da vida para desenvolver produtos que melhorem a qualidade de vida dos consumidores.

    Tal como já referido, o nosso propósito é substituir completamente os cigarros por produtos sem combustão e fumo o mais rapidamente possível, enquanto se estabelece uma base sólida para um negócio robusto nas áreas de bem-estar e saúde. A empresa está empenhada em criar valor a longo prazo, reconhecendo a importância das diversas partes interessadas na aceleração do progresso desta transformação, e na verificação dos resultados da mesma. Temos desenvolvido indicadores de desempenho específicos para medir e comunicar o nosso progresso, destacando a alocação de recursos para além do negócio tradicional de produtos de tabaco e nicotina.

    Assim, temos feito robustos investimentos com o objetivo de reduzir os impactos sociais e ambientais dos nossos produtos. O impacto do consumo de cigarros na saúde é, sem dúvida, o mais significativo que estamos a abordar. Para mitigá-lo, desde 2008, o grupo já investiu cerca de 12 mil milhões de euros no desenvolvimento, produção e comercialização de melhores alternativas aos cigarros, sem combustão, de menor nocividade, baseadas em evidência científica e com recurso a tecnologia de ponta. Mais de 36,5 milhões de fumadores adultos em todo o mundo já transitaram estas melhoras alternativas desenvolvidas pela PMI e, neste momento, que neste momento já são comercializadas em mais de 90 mercados. Garantir que o acesso a estes produtos aumenta e permita que mais fumadores adultos, em todo o mundo e em Portugal, abandonem definitivamente os cigarros, é, pois, um dos principais eixos do nosso roteiro.

    Por outro lado, estamos absolutamente focados na redução do impacto ambiental das nossas operações – e falo concretamente da fábrica da PMI em Portugal, localizada no concelho de Sintra, e que é hoje uma das 18 unidades fabris do grupo em todo o mundo certificadas em neutralidade carbónica. Já no eixo social, colocamos verdadeiramente as pessoas no centro da nossa política de sustentabilidade sendo crucial, no nosso dia-a-dia, a promoção de um ambiente de trabalho diverso, equitativo e inclusivo. Na Tabaqueira, temos a Certificação em Igualdade Salarial, que garante para a mesma função o pagamento de salários iguais a homens e mulheres, certificação que temos renovado desde então, enquanto 48% dos cargos de gestão no mercado português são ocupados por mulheres. À data de hoje, empregamos cerca de 1.500 trabalhadores, de quase 40 nacionalidades diferentes e impactamos uma cadeia de valor de cerca de 50.000 pessoas.

    A Tabaqueira pode de facto construir um futuro livre de fumo? Porquê?

    A Tabaqueira, enquanto um dos principais centros produtivos da PMI, tem um papel central na construção de um futuro livre de fumo. Por exemplo, é na Tabaqueira e em Portugal que se localizam vários centros de excelência e departamentos globais da PMI, que prestam serviços de elevado valor acrescentado a várias regiões e mercados do grupo. É o caso do IT HUB que desenvolve aplicações de software que dão suporte a várias áreas do grupo, incluindo toda a cadeia de produto, comercialização e criação de valor, que apoia ativamente a área de desenvolvimento de alternativas sem fumo, menos nocivas. Importa referir que a localização em Portugal destes centros operacionais e de excelência é fundamental para garantir o desenvolvimento sustentável do nosso ecossistema empresarial, no sentido em que geram imenso valor acrescentado em termos económicos e criam emprego qualificado, jovem e multicultural. Hoje, praticamente metade dos trabalhadores da Tabaqueira têm menos de 35 anos.

    Além disso, a forma como a fábrica da Tabaqueira opera também impacta no nosso desígnio de um futuro livre de fumo, pois uma grande parte do investimento da PMI na operação portuguesa – cerca de 418 milhões de euros – tem sido dirigida para a promoção da eficiência energética e para a transição para as energias renováveis. Aproveito para destacar a instalação de uma central fotovoltaica com capacidade produtiva de 1MW, que permite a incorporação de energia elétrica para autoconsumo da fábrica, cuja ampliação estamos a trabalhar. Face a 2010, conseguimos reduzir o consumo de energia da operação fabril e à data de hoje já registamos menos 45%; também verificámos uma redução de 75% das emissões de carbono, o que nos garantiu a certificação PAS 2060, que assegura a neutralidade carbónica da fábrica da Tabaqueira (incluindo emissões de CO2 compensadas).

    Entre muitas outras iniciativas, penso que estas são um resumo da forma como a Tabaqueira está na linha da frente da descarbonização e do combate às alterações climáticas, abordando os desafios com recurso ao investimento em tecnologia, investigação e desenvolvimento, ciência e inovação.

    A CDP considerou em 2023 a Philip Morris International uma das 12 organizações no mundo com “Triple A”, distinção que reconhece os esforços da empresa em três áreas específicas: combate às alterações climáticas, proteção das florestas e da segurança da água. Que significado tem este reconhecimento para uma indústria como a vossa?

    Ser a primeira empresa de tabaco a obter o selo “Triple A” por parte do CDP é, de facto, particularmente importante. Enquanto líder deste setor e dos impactos dos seus produtos na saúde, enfrentamos um escrutínio muito forte por parte de reguladores, governos e sociedade, pelo que este tipo de distinção ganha uma grande dimensão. Esta conquista permite desfazer tabus e paradigmas, desafiando a perceção de que empresas de tabaco não podem ser líderes em sustentabilidade. O nosso percurso, desde 2016, demonstra que é possível liderarmos tendo a sustentabilidade como bússola no nosso negócio, incorporada em tudo o que fazemos. Queremos também servir de exemplo e, com estas distinções, inspirar outras empresas da indústria a transformarem-se em prol de um mundo sem fumo. Sobretudo, estas distinções, fazem-nos querer acelerar a nossa transformação e trabalhar ainda mais arduamente para atingir o nosso propósito enquanto organização. Na verdade, o reconhecimento de entidades externas permite-nos avaliar o nosso desempenho em matéria de sustentabilidade e a identificar áreas de melhoria que podem permitir melhor significativamente o desempenho da nossa empresa.

    Recentemente foi aprovado o “Pacto para o Futuro” que consubstancia cinco áreas de atuação. Qual ou quais a(s) área(s) mais importante(s) para a vossa Organização e porquê?

    A PMI tem um papel essencial a cumprir na melhoria da qualidade de vida dos mais de 1.000 milhões de fumadores em todo o mundo. No desígnio que assumimos de construir um futuro melhor sem fumo, beneficiando positivamente a melhoria da saúde pública, não nos limitamos a dizer que estamos a contribuir para, mas sim que estamos a implementar ações concretas. Trabalhamos todos os dias para transformar o nosso negócio, investindo em Investigação & Desenvolvimento de produtos sem combustão, cientificamente substanciados como sendo menos nocivos do que os cigarros, que se assumam como verdadeiras alternativas aos cigarros e sejam acessíveis a todos os adultos fumadores que, de outra forma, continuariam a fumar – ao mesmo tempo que dedicamos muitos recursos à implementação de robustos programas de prevenção de acesso de jovens a produtos de tabaco e nicotina em canais indiretos de revenda, garantindo que as vendas dos nossos produtos cumprem os nossos exigentes e restritos códigos de marketing. A comercialização de todos os nossos produtos, incluindo as alternativas sem combustão, é acompanhada de informação transparente e cientificamente substanciada aos fumadores adultos e estes produtos nunca devem ser disponibilizados a menores. A totalidade dos parceiros de negócio da Tabaqueira (100%) têm acesso direto à formação relativa ao programa de Prevenção de acesso a menores. Por outro lado, promovemos o trabalho digno e o crescimento económico e estabelecemos parcerias para a implementação do nosso roteiro de sustentabilidade, sobretudo, para redução do desperdício pós-consumo e sensibilização para o correto descarte de produtos no fim do ciclo de vida. Promovemos a biodiversidade, enfrentamos os desafios críticos da água, garantimos a não conversão dos ecossistemas naturais e travamos a desflorestação nas nossas cadeias de abastecimento de tabaco e de pasta de papel e papel. Estamos sensíveis às alterações climáticas e enfrentamo-las, não só nas nossas fábricas, como em toda a nossa cadeia de valor, incluindo o transporte e distribuição, o cultivo de tabaco, as viagens de negócios e o impacto da deslocação dos nossos mais de 80 mil trabalhadores. Ao mesmo tempo que promovemos um ambiente laboral inclusivo e que empodera as pessoas, criando condições laborais equitativas e justas, com acesso à aprendizagem ao longo da vida, melhorando a representação local e de género na gestão a nível global. Este trabalho em prol da sustentabilidade é orientado muito concretamente pelos ODS e pela Agenda 2030.

    Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, tendo em consideração a tagline da SRS 2024 “O Nosso Futuro Comum”?

    Na Semana da Responsabilidade Social 2024 o tema é “O Nosso Futuro Comum” e na Tabaqueira a nossa missão é alcançar um “futuro melhor para todos”. Estamos a trabalhar, enquanto organização e em conjunto com outros parceiros, para o futuro das próximas gerações. Como já referi, as pessoas são um dos pilares da nossa política de sustentabilidade e é nosso propósito melhorar a sua qualidade de vida, não só dos nossos trabalhadores, como toda a nossa cadeia de valor. A nossa cadeia de valor global liga-nos a milhões de pessoas, desde os produtores e agricultores que cultivam o nosso tabaco e outros produtos agrícolas, aos trabalhadores das companhias de abastecimento e outras que fornecem os produtos e serviços que precisamos para gerir e desenvolver o nosso negócio. A promoção e adesão a práticas empresariais sustentáveis ​​nas nossas operações diretas e indiretas ajuda a salvaguardar os direitos humanos, a melhorar as condições de trabalho, a disponibilizar alternativas sem fumo e de potencial menor nocividade a todos os adultos fumadores que de outra forma continuariam a fumar, a promover a melhoria de condições e segurança dos nossos trabalhadores, a combater as desigualdades sociais e a contribuir para a redução da pobreza. Esta é a mensagem que posso deixar para concluir: para nós, melhorar a qualidade de vida das pessoas na nossa cadeia de abastecimento é um dos principais contributos para a nossa preparação, resiliência e sucesso a longo prazo, por um futuro melhor para todos!

    Marcelo Nico, Diretor Geral da Tabaqueira

    SRS 2024 | Egas Moniz

    A Semana da Responsabilidade Social, com realização anual desde 2006, tem este ano como tema central “O Nosso Futuro Comum” fundamentado em duas temáticas centrais:

    A Normalização, na medida em que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento sustentável e, simultaneamente, contribui para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas de forma efetiva, eficiente e eficaz.

    “Pacto do Futuro”, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas e outros compromissos internacionais, que tem como objetivo principal unir governos, empresas, sociedade civil, e outras partes interessadas para colaborar em ações concretas que garantem um futuro sustentável e equitativo para todos.

    A Egas Moniz School of Health & Science associa-se à iniciativa enquanto Parceiro Gold.

    Temos a honra de poder contar pela primeira vez com a Egas Moniz School of Health & Science como entidade parceira da SRS. Que expectativas tem?

    A Egas Moniz School of Health & Science tem grandes expectativas em relação à sua participação na “Semana da Responsabilidade Social”, especialmente enquanto Parceiro Gold.

    Este evento oferece-nos uma plataforma importante para partilharmos as nossas iniciativas e experiências na promoção da saúde, sustentabilidade e responsabilidade social.

    A nossa expectativa é fortalecer o papel da Egas Moniz enquanto instituição de ensino superior comprometida com o desenvolvimento sustentável, aprofundar o nosso envolvimento com a comunidade e com outras instituições parceiras, e colaborar para a promoção de uma abordagem holística à saúde, à educação e ao bem-estar da sociedade.

    Vemos também esta parceria como uma oportunidade para reforçar o nosso alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), promovendo a troca de conhecimento e a co-criação de soluções que possam ter impacto positivo a nível local, nacional e global.

    Eventos como este proporcionam uma excelente oportunidade para diversos atores da sociedade se reunirem e debaterem estratégias eficazes para a implementação da responsabilidade social de forma colaborativa e sustentável.

    A vossa instituição de ensino vai coorganizar uma sessão no 2.º Fórum com o tema “Egas Moniz e Comunidade”. Explique-nos o motivo que levou à escolha deste tema e o que é que os participantes na SRS poderão esperar da mesma?

    A Egas Moniz School of Health and Science está consciente do seu papel enquanto instituição onde o conhecimento não é apenas uma transação, mas sim uma ferramenta de transformação, assumindo-se declaradamente como um motor de desenvolvimento sócio-económico da região onde se insere.

    A Egas Moniz, assume-se como uma “Escola Cívica” e a escolha do tema “Egas Moniz e Comunidade” para a sessão no 2.º Fórum da Semana da Responsabilidade Social, reflete o seu compromisso em demonstrar a importância que a academia pode ter no desenvolvimento de uma região. O “ADN” da Egas Moniz, alicerçado num desejo permanente de aplicar a sabedoria adquirida em prol da comunidade, carrega um fortíssimo dever cívico que procura, entre outros, aumentar a literacia em saúde, tornar os cuidados de saúde mais justos, melhorar o acesso aos medicamentos, e destacar a importância da saúde no debate sobre o clima.

    Com esta sessão, pretendemos evidenciar ao público, num evento maioritariamente constituído por empresas, como as instituições de ensino superior desempenham um papel crucial na promoção de soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios locais.

    Os participantes podem esperar uma apresentação de exemplos concretos de projetos que temos desenvolvido em parceria com entidades regionais, como o “Há Margem” e as iniciativas colaborativas com a Santa Casa da Misericórdia de Almada. Além disso, terão a oportunidade de ouvir diferentes perspetivas de várias partes interessadas, permitindo uma reflexão sobre como o envolvimento da academia pode criar um impacto duradouro na comunidade e contribuir para o cumprimento dos ODS.

    A Egas Moniz School of Health & Science pertence à Comissão Técnica 219 – Bem Estar e Felicidade Organizacional do ONS-APEE, um claro compromisso com o ODS 3 – Saúde de Qualidade. Que outras iniciativas mais marcantes é que tem levado a cabo para apoiar a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas?

    A Egas Moniz School of Health & Science tem-se destacado na implementação de várias iniciativas para apoiar a concretização dos ODS da Agenda 2030 das Nações Unidas, contribuindo de forma significativa para vários ODS através de atividades académicas, científicas e comunitárias.

    A Egas Moniz conquistou o prestigiado primeiro lugar a nível nacional no Impact Ranking do Times Higher Education, referente ao ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. A nível internacional a Egas Moniz ficou no 15º lugar de entre 1498 instituições, destacando-se, portanto, como a Instituição de Ensino Portuguesa que mais contribui para o ODS 3. Este reconhecimento internacional destaca o compromisso da instituição em promover os ODS.

    Além de ser membro ativo da Comissão Técnica 219 – Bem-Estar e Felicidade Organizacional do ONS-APEE, focada no ODS 3 (Saúde de Qualidade), a Egas Moniz tem promovido uma integração sistemática dos ODS nos seus currículos académicos. Num estudo realizado no letivo de 2021/22, foi verificado que 90,3% das Unidades Curriculares (UC) referem diretamente os ODS nos seus conteúdos, com particular destaque para os ODS 3 (Saúde de Qualidade) e 4 (Educação de Qualidade). Estes ODS representam cerca de 49% das referências totais nas UC, reforçando o compromisso da Egas Moniz na formação de profissionais de saúde e na promoção de uma educação de excelência.

    A Egas Moniz também tem investido em projetos comunitários com impacto direto no bem-estar social e na saúde das populações. No ano de 2023 foram realizadas 111 ações de “Responsabilidade Social e Ambiental” envolvendo 890 alunos e 121 docentes.  Estas ações contribuíram maioritariamente para o ODS 3 e para o ODS 4.

    Além de ações esporádicas destacam-se projetos de longo curso como é o caso do projeto “Há Margem”, que visa apoiar populações vulneráveis, em linha com o ODS 10 (Redução das Desigualdades) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). Este é um projeto de intervenção psicossocial, promovido pelas Egas Moniz (com a participação de diferentes ciclos de estudos). O seu principal objetivo é dotar a comunidade local de ferramentas para a promoção do bem-estar físico e psicológico, redução de riscos psicossociais, e ambientais, e inclusão, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida.

    Outro exemplo é o “O Projeto Juventude em Movimento (PJM)” ativo desde o ano letivo 2008/2009 que tem como objetivo desenvolver um conjunto de atividades, dinâmicas e sessões de sensibilização que promovam a aquisição de competências pessoais e sociais em jovens entre os 10 e os 18 anos de idade. O PJM procura implementar um plano de intervenção no contexto da violência escolar, abrangendo diversas formas de violência, como o bullying, violência no namoro e violência contra professores. O projeto inclui o desenvolvimento de programas de treino de competências para reduzir condutas violentas e fomentar a convivência saudável nas escolas. Este projeto contribui ativamente para o ODS 4, ODS 10 e ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).

    A implementação do Modelo da Organização Mundial da Saúde (OMS Model) destaca-se também como um contributo direto da instituição para os ODS, principalmente no que ao ODS 3 diz respeito. Este modelo simula o funcionamento da Assembleia Mundial da Saúde, o órgão decisório da OMS, através da representação dos seus Estados Membros.  Na Egas Moniz, o tema do modelo OMS para 2024/25 é ”Uma só saúde”: resistência antimicrobiana, degradação dos ecossistemas naturais e da biodiversidade.

    A oferta integrada de serviços de saúde da Egas Moniz School of Health & Science e a crescente utilização desses serviços pela população local são também uma prova clara do seu papel cívico e da sua contribuição para os ODS. Esses serviços não apenas atendem à comunidade, mas também desempenham um papel fundamental na formação dos futuros profissionais de saúde, oferecendo-lhes uma experiência prática indispensável. Essa abordagem está diretamente alinhada com o ODS 3, que visa garantir uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades. Ao fornecer cuidados de saúde acessíveis e de qualidade, a instituição está a melhorar os padrões de saúde locais, enquanto contribui para a educação e formação de profissionais competentes, um aspeto crucial para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

    Além disso, a combinação de formação técnica e desenvolvimento de competências emocionais reforça a importância de uma abordagem mais humanizada no cuidado com os pacientes, alinhando-se com a meta de melhorar a saúde mental e o bem-estar. Numa era em que a tecnologia tem contribuído para a despersonalização das relações médico-paciente, a Egas Moniz responde com uma formação focada tanto na competência técnica quanto na empatia, o que é essencial para alcançar sistemas de saúde mais justos e eficazes.

    Ao promover saúde de qualidade localmente e formar profissionais capazes de enfrentar os desafios globais da saúde, a Egas Moniz está também a contribuir para o ODS 4 (Educação de Qualidade), ao proporcionar uma educação prática, inclusiva e equitativa para os seus estudantes.

    Em suma, a instituição desempenha um papel essencial na promoção de mudanças locais que refletem os ideais globais dos ODS, mostrando como é possível fazer a diferença a nível comunitário enquanto se trabalha para um futuro mais sustentável e justo para todos. A Egas Moniz tem assumido um papel de liderança na promoção de uma educação e investigação focadas na sustentabilidade, enquanto desenvolve ações concretas que contribuem diretamente para a realização dos ODS, estabelecendo um exemplo claro do impacto positivo que as instituições de ensino superior podem ter no cumprimento da Agenda 2030.

    Recentemente foi aprovado o “Pacto para o Futuro” que consubstancia cinco áreas de atuação. Qual ou quais a(s) área(s) mais importante(s) para a vossa instituição e porquê?

    Para a Egas Moniz School of Health & Science, as áreas do “Pacto para o Futuro” que se destacam como mais importantes são a “Juventude e Gerações Futuras” e “Ciência, Tecnologia, Inovação e Cooperação Digital”.

    Como instituição de ensino superior dedicada à formação de profissionais e ao desenvolvimento científico, o nosso principal objetivo é preparar as gerações futuras para enfrentarem os desafios globais. A área de “Juventude e Gerações Futuras” reflete a importância de investir no desenvolvimento social, económico e educativo dos jovens, criando condições que promovam a sua capacitação integral. O Plano Estratégico 2021-2025 da Egas Moniz destaca o compromisso com a promoção da saúde mental, bem-estar e integração dos estudantes, através de uma educação de qualidade e a criação de um ambiente académico inclusivo e diversificado​. Este foco está alinhado com o reforço da integração dos jovens no mercado de trabalho, fortalecendo as suas competências sociais e profissionais, algo que está diretamente relacionado com as iniciativas para prevenir o abandono escolar e promover o sucesso académico.

    Adicionalmente, o envolvimento dos jovens em processos de decisão em níveis nacional e internacional é essencial para criar líderes capazes de enfrentar as crises globais. O objetivo estratégico de diversificar a oferta formativa e reforçar a internacionalização inclui o desenvolvimento de parcerias com instituições internacionais, o que permite aos estudantes participar ativamente em projetos inovadores e transdisciplinares​. Isto garante não só a formação de profissionais altamente qualificados, mas também cidadãos empenhados em questões de justiça social, inclusão e direitos humanos.

    Por outro lado, a área de “Ciência, Tecnologia, Inovação e Cooperação Digital” é central para a estratégia de desenvolvimento da Egas Moniz. O Plano Estratégico 2021-2025 da Egas Moniz enfatiza a importância de fortalecer a cultura de investigação e inovação. Este pilar é refletido nas iniciativas para aumentar a produção científica, promover a investigação interdisciplinar e captar financiamento externo para projetos de I&D​. Na Egas Moniz, a ciência e a inovação não se limitam ao ambiente académico, mas visam resolver os problemas mais urgentes da sociedade, como as desigualdades em saúde, as doenças crónicas e o impacto das mudanças ambientais​.

    A cooperação digital, especialmente nas áreas da saúde e educação, é outra dimensão que a Egas Moniz tem vindo a desenvolver. Através de parcerias nacionais e internacionais, como as colaborações com instituições de saúde e redes de ensino superior, a instituição está transformar o acesso ao conhecimento e às tecnologias, garantindo que o progresso científico seja acessível e impacte positivamente a sociedade. Esta abordagem também está alinhada com o conceito de One Health, que integra as áreas de saúde humana, animal e ambiental para gerar soluções mais sustentáveis​.

    Destaca-se neste âmbito os cursos de “Competências Digitais”, desenvolvidos no âmbito do consórcio “Digital Sul+ Ilhas”, que reúne seis Instituições de Ensino Superior: Egas Moniz School of Health & Science, Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Évora, Universidade do Algarve, Universidade da Madeira, Universidade dos Açores e Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz. Este projeto é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). As áreas de estudo oferecidas por este consórcio pioneiro têm como objetivo principal fortalecer as competências digitais de profissionais fora do universo CTEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), preparando-os para um mercado de trabalho cada vez mais dependente das tecnologias digitais e das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

    De mencionar também o “SAPIEN – South and Atlantic Pedagogical Innovation & Excellence Network”, um consórcio de instituições de ensino superior, incluindo a Egas Moniz School of Health & Science e várias universidades e institutos politécnicos de Portugal onde o objetivo é promover a inovação pedagógica com uma forte componente digital e consolidar culturas institucionais de excelência. A estratégia do consórcio foca em três áreas principais: um modelo pedagógico centrado nos estudantes, o desenvolvimento profissional dos docentes e a implementação de ambientes de aprendizagem enriquecidos com recursos tecnológicos. O SAPIEN está inserido no programa Impulso Mais Digital (PRR), com a intenção de ter um impacto significativo nas instituições envolvidas na promoção da inovação pedagógica.

    Adicionalmente, o compromisso da Egas Moniz com a igualdade de género e os direitos humanos reflete-se no nosso enfoque em garantir que a ciência e a tecnologia promovam o bem-estar de todas as pessoas, independentemente de género, origem ou condição social​. Este foco transversal da missão da instituição assegura que o progresso científico e tecnológico contribua para a construção de um futuro mais inclusivo, sustentável e justo.

    Estas duas áreas do “Pacto para o Futuro” são as que melhor se alinham com a estratégia da Egas Moniz School of Health & Science. Estão em consonância com os objetivos da instituição de promover uma cultura de inovação, responsabilidade social e sustentabilidade, tal como delineado no nosso Plano Estratégico 2021-2025.

    Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, tendo em consideração a tagline da SRS 2024 “O Nosso Futuro Comum”?

    A todos os nossos “stakeholders”, deixamos uma mensagem de união e colaboração com o compromisso que todos temos um papel fundamental na construção de um futuro sustentável e inclusivo. Juntos, podemos fazer a diferença e alcançar os objetivos da Agenda 2030 e do Pacto para o Futuro, especialmente no que diz respeito ao ODS 17, que enfatiza a importância das parcerias para o desenvolvimento.

    Acreditamos que a colaboração entre instituições, empresas, organizações da sociedade civil e cidadãos é essencial para enfrentar os desafios que se avizinham. Cada um de nós, com as suas competências e conhecimentos, pode contribuir para a realização dos ODS, e a nossa força reside na capacidade de trabalharmos em conjunto. Juntos, conseguimos criar soluções inovadoras, partilhar boas práticas e construir um futuro que beneficie a todos.

    Por isso, apelamos a todos para que continuem a colaborar e a partilhar a visão de um mundo melhor, pois é através da união que conseguiremos concretizar as ambições delineadas na Agenda 2030 e no Pacto para o Futuro. O nosso futuro comum depende de cada um de nós e da nossa capacidade de agir em conjunto.

    SRS 2024 | IAPMEI

    Temos a honra de poder contar pela primeira vez com o IAPMEI como Main Sponsor da SRS. Que expectativas tem para a edição de 2024 que irá ter lugar nas vossas instalações?

    É com muita satisfação que o IAPMEI se associa a esta iniciativa e acolhe de novo a Semana da Responsabilidade Social, na sua 19ª edição. Temos para com as empresas portuguesas a enorme responsabilidade de sensibilizar e promover as melhores práticas de Ética e Responsabilidade Social, alcançando a competitividade de forma sustentável e justa, designadamente apostando na proteção e utilização sustentável dos recursos e em melhores práticas de emprego e de promoção da coesão social. Esperamos que esta iniciativa seja mais um passo, um contributo eficaz, para alcançar esse objetivo.

    Os temas escolhidos são relevantes para “O Nosso Futuro Comum”, pelo que será seguramente uma oportunidade de reflexão e de partilha de experiências, em prol da construção de conhecimento coletivo, que estimule uma visão e uma concretização de um futuro mais sustentável, justo e próspero.

    O IAPMEI vai coorganizar uma sessão no 2.º Fórum com o tema “Passaporte digital de produto: ferramenta de apoio à sustentabilidade dos produtos”. Explique-nos o motivo que levou à escolha deste tema e o que é que os participantes na SRS poderão esperar da mesma?

    A escolha do tema alinha com o trabalho que temos vindo a desenvolver junto da envolvente empresarial, no sentido de sensibilizar e de capacitar as empresas para as mudanças necessárias e com o propósito de promover a transparência e a sustentabilidade dos produtos no mercado europeu.

    O Regulamento de Conceção Ecológica para Produtos Sustentáveis, apresenta o Passaporte Digital de Produto como uma das medidas a implementar, de forma a garantir ao consumidor e às empresas toda a informação detalhada sobre cada produto, concretizada numa identidade digital única. Na nossa sessão iremos partilhar os resultados de um estudo dedicado a este tema, bem como a partilha de projetos e práticas já em curso, em setores considerados prioritários.

    Temos procurado concretizar iniciativas de apoio à adoção do Passaporte Digital de Produto, incentivando práticas de produção e consumo responsáveis, num contexto em que a competitividade empresarial irá diferenciar-se pela sustentabilidade dos produtos, incrementada pela inovação tecnológica.

    O IAPMEI tem realizado Sessões sobre reporte ESG para PME. Que balanço faz destes encontros?

    Estas sessões, que a Academia de PME do IAPMEI vem organizando em parceria com a APCER, têm tido um grande acolhimento por parte das empresas, o que demonstra uma preocupação crescente com o impacto que as exigências do reporte não financeiro poderá ter na sua atividade e competitividade dos seus negócios.

    E as empresas participantes manifestaram a necessidade de acederem a mais informação e apoio para colocarem em prática o conhecimento adquirido, nomeadamente em temas como a taxonomia, o cálculo da pegada de carbono por tipo de produto e por setor de atividade, metodologia de recolha e sistematização de evidências/práticas para a elaboração dos relatórios, entre outros, o que valida a nossa atuação e nos faz apontar para novos objetivos nesta matéria.

    Que outras iniciativas é que o IAPMEI tem planeado, para preparar as PME para os desafios em matéria de sustentabilidade?

     De entre as inúmeras iniciativas que promovemos e às quais estamos associados, posso destacar:

    A nossa parceria com a AICEP para capacitar as PME portuguesas oferecendo formação gratuita em ESG, alertando-as para as suas obrigações futuras.

    A parceria com a CMVM, da qual destaco um projeto de gestão de risco que visa a promoção da sustentabilidade das empresas e, em particular, o reforço da governance interna, para que as empresas identifiquem os elementos e riscos que mais impactam a sua atividade e, consequentemente, o seu crescimento sustentável;

    A parceria estabelecida com a RDP Internacional com vista à promoção de conteúdos relativos a sustentabilidade e princípios ESG, nos quais são partilhados exemplos de Boas Práticas de Sustentabilidade das nossas PME, sendo que convido todos a ouvir o podcast Mapa da Sustentabilidade na RTP Play. Temos 23 Podcast emitidos e mais se seguirão.

    E quero ainda dar nota do projeto interno, que estamos a desenvolver e em breve levaremos para o terreno, designado “PME na Rota da Sustentabilidade”, transversal a todas as nossas áreas de atuação e que conta com cerca de 40 iniciativas, concebidas numa abordagem holística e de cadeia de valor das PME.

    Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, tendo em consideração a tagline da SRS 2024 “O Nosso Futuro Comum”?

    O nosso futuro comum assenta no desenvolvimento sustentável coletivo, com decisões e ações concretas em matéria de ambiente, equidade e inclusão, procurando criar condições para um mundo mais próspero e justo.

    Queremos que as empresas estabeleçam compromissos consistentes com a criação de valor sustentável nos seus negócios e a integração de práticas responsáveis. Daí resultarão benefícios não só para as empresas e para o crescimento económico, mas para   toda a sociedade.

    O IAPMEI, está e continuará empenhado em sensibilizar, capacitar, partilhar boas práticas e disponibilizar ferramentas úteis para o percurso das PME na sustentabilidade e, neste caminho, as empresas podem contar com o IAPMEI como parceiro.

    SRS 2024 | Bondalti

    Que expectativas é que a Bondalti enquanto parceira da SRS 2024?

    A Bondalti ganha visibilidade e reconhecimento ao associar-se a um evento de grande relevância, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas.

    Esta participação permite à Bondalti coorganizar sessões temáticas, como a sessão presencial que será gravada e disponibilizada publicamente. Isso promove o envolvimento e a colaboração com os nossos stakeholders.

    Participar nestes eventos traz-nos oportunidades para networking e estabelecimento de parcerias com outras empresas, ONG, associações do setor e comunidade académica.

    É uma excelente oportunidade para partilhar a nossa visão sobre o papel da indústria no panorama nacional e internacional e consciencializar a sociedade para a mudança de paradigma que é necessário assumir. A indústria tem de ser fortalecida e revitalizada face a outros setores mais conhecidos, principalmente junto das novas gerações. A indústria, nomeadamente a química, está na base das mais diversas cadeias de valor que chegam a todos nós como o setor da construção, mobiliário, abastecimento de água, energia, calçado ou papel, por exemplo. Por esse motivo a Bondalti foi uma das primeiras signatárias da Declaração de Antuérpia promovida pelo CEFIC (Conselho da Indústria Química Europeia), que estabelece 10 Princípios para restabelecer a competitividade da indústria e manter empregos de qualidade na Europa. Não há Green Deal sem Industrial Deal.

    A vossa Organização vai coorganizar uma sessão no 2.º Fórum com o tema “O papel fundamental da indústria na descarbonização da economia”. Explique-nos o motivo que levou à escolha deste tema e o que é que os participantes na SRS poderão esperar da mesma?

    Compreendemos o poder da indústria e da química nesta era de transformação global. Estamos na base de diversos setores que tocam milhares de pessoas. Temos a capacidade de revolucionar a tecnologia e as matérias do futuro que irão permitir um impacto a larga escala.

    O papel do setor industrial na descarbonização não pode ser subestimado. Dada a sua contribuição para as emissões globais, o seu potencial de inovação tecnológica e a sua capacidade de mudança sistémica, a indústria é fundamental para alcançar um futuro sustentável. Ao priorizar os esforços de descarbonização dentro do setor industrial, podemos dar passos significativos para reduzir as emissões de gases de efeito de estufa e até remover dióxido de carbono da atmosfera e incorporá-lo em produtos ou locais controlados para armazenamento. Perante os resultados apresentados pelos diversos relatórios do IPCC e de fontes científicas, temos de acelerar a transição energética e a transformação industrial para, pelo menos, garantir uma adaptação justa perante as alterações climáticas a que já estamos a assistir. O caminho para a descarbonização é desafiante, mas com esforço e colaboração concertados, está ao nosso alcance.

    Na sessão que organizamos vamos falar do elevado potencial de redução de emissões nas indústrias eletro-intensivas, do papel da inovação tecnológica em temas como Captura, Utilização e Armazenamento de carbono, integração de energias renováveis, modelos circulares e conceitos de sustentabilidade by design. Mas, acima de tudo, como abordar estes temas de forma holística, quais os desafios e soluções para os ultrapassar e como a colaboração pode ser o fator crítico para a competitividade das organizações.

    A Bondalti recebeu em julho, pelo 4.º ano consecutivo, a medalha de platina da Ecovadis, que consiste num indicador positivo no que diz respeito ao vosso desempenho na gestão da sustentabilidade. Qual a importância da renovação deste reconhecimento?

    A EcoVadis é uma das mais prestigiadas plataformas de avaliação em temas ESG (Ambiente, Social e Governança), o que nos garante o mérito pelo reconhecimento e credibilidade. A medalha de platina demonstra de forma independente, rigorosa e credível o nível de compromisso e desempenho da Bondalti em sustentabilidade.

    Este reconhecimento coloca a Bondalti numa posição de liderança, o que nos incute um cada vez maior sentido de responsabilidade, para garantir os mais rigorosos critérios ESG e o sucesso das práticas de referência implementadas.

    A renovação deste reconhecimento demonstra a robustez da estratégia de negócio responsável da Bondalti e a confiança dos clientes, fornecedores e outros stakeholders no compromisso da empresa para gerar valor para as pessoas e o planeta.

    Este tipo de reconhecimento, que como todos sabemos, implica uma dedicação e esforço contínuos, representa uma motivação para as diversas equipas internas, que estão a trabalhar na transformação do negócio, continuarem o seu trabalho a bom ritmo.

    No âmbito da estratégia de sustentabilidade da Bondalti, que projetos podem destacar como contributo efetivo para concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?

    A Bondalti tem apostado numa visão estratégica para um negócio cada vez mais sustentável e competitivo. Demonstrou isso quando decidiu diversificar o modelo de negócio incorporando novos setores para a gestão da água e produção de energia renovável de forma inovadora, baseados nos ODS 6 e 7.

    Um dos projetos promovidos pela área de negócios das águas é o LIFE Multi-AD que foi premiado na categoria “ODS 6 – Água Potável e Saneamento” pela Reconocimentos go!ODS organizados e geridos pelo Pacto Global da ONU Espanha, em colaboração com a Fundação Rafael del Pino. Estes galardões visam reconhecer e apoiar projetos inovadores que contribuam para os ODS das Nações Unidas.

    O Projeto Life MultiAd tem sido aplicado no setor da agricultura (vitivinícola) com impacto direto na redução do consumo de água, obtenção de água tratada com elevada qualidade e grande potencial de reutilização, combinando com a geração de biogás (biofuel) contribuindo para a descentralização da produção energética e penetração de fontes renováveis.

    Perante o atual contexto de escassez de água, a Bondalti Water está também a apostar na dessalinização, contribuindo assim para os ODS 6 e 9. A empresa tem vindo a desenvolver soluções para o setor industrial ou terciário (hospitais e hotéis), com foco em instalações de pequena dimensão ou em equipamentos portáteis. Em 2023, concretizou um projeto na área do turismo que se soma a anteriores referências na área.

    Por outro lado, a revisão profunda de todo o modelo de negócio para produzir produtos verdes (Hidrogénio Verde, Lítio Verde) tem contribuição direta para os ODS 7,8, 9, 13 e 17. O projeto H2Enable encontra-se alinhado com as metas europeias para a descarbonização e a transformação industrial, assentando em tecnologias avançadas, inteligentes e eficientes, no baixo impacto ambiental, na orientação para produtos mais qualificados e de maior valor acrescentado, assim como nos princípios de circularidade.

    Lifthium Electrolysis é outra iniciativa inovadora na área da mobilidade sustentável e descarbonização, focada no desenvolvimento de tecnologias avançadas para a refinação de lítio sustentável. Com mais de dois anos de pesquisa dedicada à eletrólise de lítio, este projeto alavanca a experiência industrial da Bondalti na indústria química para oferecer soluções eficazes na produção de hidróxido de lítio sustentável.

    O projeto propõe-se a revolucionar a cadeia de valor das baterias, contribuindo para a transição energética e representando um marco crucial na adoção de tecnologias eletroquímicas baseadas em energias renováveis, não apenas na indústria química europeia, mas também em várias outras áreas.

    Demonstrou também a sua visão, quando decidiu aumentar significativamente o investimento social nas comunidades, de forma consistente e sistémica, apostando em programas de médio-longo prazo: promover a educação de crianças e jovens contribuindo para os ODS 4 e 5 – com o Programa Alpha World para desenvolvimento de projetos que visam concretizar ODS nas suas escolas e bairros – e o empreendedorismo e trabalho digno – com o Programa Grow up atribuindo bolsas para jovens de famílias de baixos rendimentos, no ensino profissional e académico contribuindo para os ODS 8 e 10. No âmbito do seu programa de Responsabilidade Corporativa, a Bondalti promoveu e apoiou, em 2023, em todas as geografias onde opera, cerca de 30 iniciativas internas e externas, num investimento total de 2,4 milhões de euros.

    Recentemente foi aprovado o “Pacto para o Futuro” que consubstancia cinco áreas de atuação. Qual ou quais a(s) área(s) mais importante(s) para a vossa Organização e porquê?

    Diria que as cinco áreas de atuação consubstanciadas no documento recentemente adotado pelas Nações Unidas são importantes para a Bondalti, até porque todos os temas estão alinhados com o documento Transition Pathway for the Chemical Industry da Comissão Europeia, que define uma lista de 150 ações agrupadas em 26 tópicos, que devem orientar a estratégia de transformação industrial alinhada com os objetivos da CE até 2050.

    Mas, focando nas prioridades e no trabalho que já temos em curso, estamos fortemente empenhados nos temas relacionados com Desenvolvimento Sustentável e financiamento do desenvolvimento, Ciência, tecnologia e inovação e cooperação digital e Juventude e gerações futuras.

    No primeiro caso, iniciamos um novo projeto (360º Vision Lab) para definição da nova estratégia de negócio sustentável com base na metodologia do Doughnut. O Doughnut consiste em dois anéis concêntricos: uma base social, para garantir que ninguém fique aquém do essencial da vida, e um teto ecológico, para garantir que a humanidade não ultrapasse coletivamente os limites planetários que protegem os sistemas de suporte à vida da Terra. Entre estes dois conjuntos de fronteiras encontra-se um espaço em forma de rosca que é ecologicamente seguro e socialmente justo: um espaço no qual a humanidade pode prosperar. O Doughnut é o conceito central no coração da Doughnut Economics. Temos também em curso a nossa Estratégia de Transição Climática com objetivos ambiciosos em matéria de redução das nossas emissões carbónicas, em 50% para âmbito 1 e 100% para âmbito 2. Para além disso aderimos à iniciativa Science Based Targets initiative e estamos a desenvolver roadmaps para os objetivos de redução de emissões de GEE para os três âmbitos.

    A Ciência, Tecnologia e Inovação são outros dos nossos grandes focos. Revimos a nossa estratégia de inovação em 2023, apostando claramente na procura de novos produtos e serviços em três grandes eixos: novos produtos com baixa pegada carbónica: incorporação de fontes renováveis de energia; e captura, utilização e armazenamento de carbono. Temos como princípio procurar soluções e parcerias que promovam modelos económicos circulares. Também ao nível das tecnologias digitais, temos avançado com projetos que promovem a aplicação de Inteligência Artificial, Modelos Preditivos, Sensorização e Automação para aumentar a eficiência dos sistemas com redução dos consumos energéticos associados.

    Ao nível da juventude e gerações futuras, o respeito pelos Direitos Humanos, os elevados padrões de ética e conduta, a preservação do capital natural, são valores intrínsecos na nossa cultura organizacional. Desde há largos anos, garantimos estes padrões pelos frameworks aos quais aderimos voluntariamente, como as certificações Efr (entidade familiarmente responsável), ISO 45001, ISO 14001, ISO 9001, Responsible Care, entre outras. Todas estas iniciativas abrangem a nossa responsabilidade interna para com os colaboradores, mas também toda a nossa cadeia de fornecimento e, por isso, desenvolvemos um código de ética interno, mas também específico para os nossos fornecedores.

    Para além disso a Estratégia de Responsabilidade Corporativa da Bondalti 2030, está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas e define objetivos de médio e longo prazo bem como programas anuais para identificar parceiros estratégicos, bem como as melhores oportunidades para gerar impacto positivo na sociedade e no planeta. O programa Together Matters assenta em 5 pilares de atuação. Um destes pilares focado em +Educação e Cidadania, contempla programas para a educação, desde o pré-escolar ao ensino profissional, inclusão de minorias étnicas, migrantes e refugiados (crianças e jovens), capacitação de crianças e jovens para temas ESG e apoio a programas de cultura para crianças e jovens. Outro pilar focado em + Empreendedorismo e Trabalho digno, contempla programas para a inovação sustentável, o apoio a jovens empreendedores, atribuição de bolsas e estágios para jovens universitários, prémios de empreendedorismo e inovação sustentável e programas STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática).

    Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, tendo em consideração a tagline da SRS 2024 “O Nosso Futuro Comum”?

    O sucesso que alcançámos até hoje é um testemunho da colaboração e do espírito de comunidade que todos os nossos estimados parceiros têm demonstrado. Juntos estamos a construir uma base sólida, não apenas para o crescimento económico, mas também para o bem-estar social e ambiental.

    “O Nosso Futuro Comum” é uma frase imortalizada pelo Clube de Roma mas representa um compromisso que assumimos com cada um dos nossos stakeholders. Este compromisso reflete a nossa dedicação em promover práticas responsáveis e inovadoras que beneficiarão as gerações futuras. Cada passo que damos é orientado pela nossa missão de criar valor duradouro e impacto positivo.

    À medida que olhamos para o futuro, estamos entusiasmados com as oportunidades que nos aguardam. Continuaremos a trabalhar incansavelmente para fortalecer as nossas parcerias e explorar novos caminhos que nos permitam alcançar os nossos objetivos comuns.

    As organizações não estão isoladas, funcionam em rede, numa cadeia de valor onde há interdependências e muitas oportunidades, há que explorá-las sem receio e com sentido de urgência.

    Acreditamos firmemente que, unidos, podemos enfrentar qualquer desafio e transformar cada obstáculo numa oportunidade.

    SRS 19ª Edição – O Nosso Futuro Comum

    A 19.ª edição da Semana da Responsabilidade Social, iniciativa da APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial contou com o apoio da UN Global Compact Network Portugal, e realizou-se de forma exclusivamente presencial, através de dois fóruns. O 1.º Fórum ocorreu no Auditório do IAPMEI em Lisboa [Estrada do Paço do Lumiar, Campus do Lumiar, Edifício L, 1649-038 Lisboa], e o 2.º Fórum teve lugar na Fundação Cidade de Lisboa [Campo Grande 380, 1700-097 Lisboa].

    O 1.º Fórum aconteceu nos dias 5 e 6 de novembro de 2024 e teve como tema principal a Normalização, sendo por isso dedicado ao debate dos principais referenciais normativos e sua aplicabilidade.  A APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial enquanto Organismo de Normalização Setorial (ONS) coordena a elaboração de normas nos domínios da Ética, da Responsabilidade Social e da Sustentabilidade, encontrando-se organizado em Comissões Técnicas (CT) e Subcomissões (SC):

    ➡ CT 164 – Responsabilidade Social/ SC 001 – Compras Sustentáveis;
    ➡ CT 165 – Ética nas Organizações;
    ➡ CT 179 – Organizações Familiarmente Responsáveis;
    ➡ CT 216 – Igualdade Salarial entre Mulheres e Homens;
    ➡ CT 217 – Finanças Sustentáveis;
    ➡ CT 218 – Economia Circular;
    ➡ CT 219 – Bem-estar e Felicidade Organizacional.

    O 2.º Fórum realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 2024 centrou-se no Pacto para o Futuro, documento resultante da Cimeira do Futuro, de setembro de 2024 e por isso nas cinco áreas de ação que a United Nations identificou como sendo prioritárias para a implementação da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Desenvolvimento Sustentável e Financiamento do Desenvolvimento; Paz e Segurança Internacionais; Ciência, Tecnologia e Inovação e Cooperação Digital; Juventude e Gerações Futuras e Transformações na Governação Global.

    Em ambos os fóruns ocorreram sessões temáticas, apresentações de conteúdos digitais relacionados com práticas de responsabilidade social e momentos de networking.

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    Programa do Evento

    Hora 05 de novembro de 2024 06 de novembro de 2024 26 de novembro de 2024 27 de novembro de 2024
    09.30
    11.00
    APEE
    Conferência de Abertura
    O Nosso Futuro Comum
    SESSÃO TEMÁTICA IV
    Pedra Base
    Gestão Integrada do Capital Humano
    APEE
    Conferência de Abertura
    2.º Fórum
    Global Digital Compact e o uso responsável das tecnologias digitais

    SESSÃO TEMÁTICA XI
    UN Global Compact Network Portugal
    COP 29 Overview – Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas

    11.00
    11:30

    Coffee Break

    Coffee Break Coffee Break Coffee Break
    11.30
    13.00

    SESSÃO TEMÁTICA I
    CCA Law Firm

    Compras Sustentáveis

    SESSÃO TEMÁTICA V
    Bureau Veritas Certification Portugal
    A importância Estratégica da Integração do ESG e Responsabilidade Social nas Organizações

    SESSÃO TEMÁTICA VIII
    Bondalti

    O papel fundamental da indústria na descarbonização da economia

    SESSÃO TEMÁTICA XII
    Egas Moniz School of Health and Science

    Egas Moniz e a Comunidade

    13.00
    14.30 

    Almoço

    Almoço Almoço Almoço
    14.30
    16.00

    SESSÃO TEMÁTICA II
    Universidade de Coimbra
    Ecoinovação Jurídica

    SESSÃO TEMÁTICA VI
    APEE & Clube Unesco Nau Catrineta
    A Ética na Inteligência Artificial: Dilemas, Desafios e Oportunidades

    SESSÃO TEMÁTICA IX
    IAPMEI
    Passaporte digital de produto: ferramenta de apoio à sustentabilidade dos produtos 

    SESSÃO TEMÁTICA XIII
    Grupo Águas de Portugal
    Pacto com o Futuro

    16.00
    16.30

    Coffee Break

    SESSÃO TEMÁTICA VI
    APEE & Clube Unesco Nau Catrineta
    A Ética na Inteligência Artificial: Dilemas, Desafios e Oportunidades
    Coffee Break Coffee Break
    16.30
    18.00

    SESSÃO TEMÁTICA III
    APEE
    ODS 11: Comunidades Sustentáveis – A Cidade do Futuro

    SESSÃO TEMÁTICA VI*
    APEE & Clube Unesco Nau Catrineta
    A Ética na Inteligência Artificial: Dilemas, Desafios e Oportunidades

    *Esta sessão termina às 17h00

    SESSÃO TEMÁTICA X
    Gebalis
    Competências para o Futuro: Preparação dos Jovens para um Mundo em Mudança
    SESSÃO TEMÁTICA XIV
     Merck Portugal & United Nations Association – UNA Portugal 
    Gerações Futuras: Diálogos sobre Saúde Emocional: Um Mosaico de Perspetivas | Laboratório de Simulações das Nações Unidas

    Programa detalhado

    • 05 de novembro

      Conferência de Abertura: O Nosso Futuro Comum

      Organização: APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial
      09h30 -11h00

      Intervenções de Abertura:

      • José Pulido Valente, Presidente, IAPMEI
      • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal
      • Maria João Graça, Vogal do Conselho Diretivo, IPQ

      Painel | O Nosso Futuro Comum: Normalização e Pacto para o Futuro

      Moderação:

      • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal

      Speakers:

      • André Moz Caldas, Ex-Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, XXIII Governo Constitucional
      • Joana Appleton, Head of Investor Relations and ESG, Floene Energias
      • Mónica Paredes, Presidente da Comissão ESG, Grupo BEL

        SESSÃO TEMÁTICA I – Compras Sustentáveis

        Coorganização: CCA Law Firm
        11h30 – 13h00

        Boas-vindas e Introdução ao Tema 

        • Miguel Neiva de Oliveira, Sócio da área de Direito Público, CCA Law Firm

          – Breve apresentação do conceito de contratação pública ecológica (CPE) e a sua importância para a sustentabilidade nas compras públicas.

          – Benefícios ambientais, sociais e económicos da CPE, com foco na legislação aplicável em Portugal (Código dos Contratos Públicos) e nas diretrizes da União Europeia (Pacto Ecológico Europeu).

          – Introdução dos oradores e visão geral do painel.

          Liderança Sustentável: O Exemplo de Lisboa nas Compras Públicas Ecológicas

          • Manuela Filipe Correia, Diretora do departamento de Aprovisionamentos, Câmara Municipal de Lisboa
          • Maria João Pinto, Coordenadora da Equipa de Missão para Compras Sustentáveis e Gestora do Projeto Portal Colaborativo de Compras, Câmara Municipal de Lisboa

          Sustentabilidade na Gestão de Entidades Públicas

          • Pedro Teixeira, Formador e Consultor na área da Contratação Pública e RGPC

          Mesa Redonda e Debate com o Público 

          Moderação:

          • Joana Freitas Peixoto, Associada Principal da área de Direito Público, CCA Law Firm
          • Rodrigo Volz Correia, Associado Sénior da área de Direito Público, CCA Law Firm

          Intervenientes:

          • Manuela Filipe Correia, Diretora do departamento de Aprovisionamentos, Câmara Municipal de Lisboa
          • Maria João Pinto, Coordenadora da Equipa de Missão para Compras Sustentáveis e Gestora do Projeto Portal Colaborativo de Compras, Câmara Municipal de Lisboa
          • Miguel Neiva de Oliveira, Sócio da área de Direito Público, CCA Law Firm
          • Pedro Teixeira, Formador e Consultor na área da Contratação Pública e RGPC

          Encerramento


          SESSÃO TEMÁTICA II – Ecoinovação Jurídica

          Coorganização: Universidade de Coimbra
          14h30 – 16h00

          Painel

          Moderação:

          • Sara Pires, Presidente, Common Home of Humanity

          Intervenientes:

          • Alexandra Aragão, Professora e Investigadora de Direito do Ambiente, Sustentabilidade e Ecoliteracia, Universidade de Coimbra
          • Nuno Oliveira, CEO, Natural Business Intelligence
          • Mariana Gomes, Presidente e Fundadora, Último Recurso

          SESSÃO TEMÁTICA III – ODS 11: Comunidades Sustentáveis – A Cidade do Futuro

          Organização: APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial
          16h30 – 18h00

          Intervenção de abertura:

          • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial 

          Painel:

          Moderação:

          • Olinda Martinho Rio, Permanente Senior Officer, CCDR Lisboa e Vale do Tejo

          Intervenções:

          • Alexandra Paio, Investigadora e Professora de Arquitetura e Urbanismo, ISCTE-IUL
          • Fernando Angleu, Presidente do Conselho de Administração, Gebalis
          • Francisco Rocha Gonçalves, Vice-Presidente, Câmara Municipal de Oeiras
          • Inês Coimbra, Rede DLBC Lisboa
        • 06 de novembro

          SESSÃO IV – Gestão Integrada do Capital Humano

          Coorganização: Pedra Base
          09h30 -11h00

          09h30 | Abertura

          • Mário Parra da Silva, Presidente, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

          09h45 | Sistema de Gestão Integrado do Capital Humano

          • Anabela Vaz Ribeiro, Partner, Pedra Base

          09h55| Novos referenciais para a transformação da gestão de recursos humanos

          • Anabela Vaz Ribeiro, Partner, Pedra Base
          • Ana Rita Freitas, Senior Consultant, Pedra Base

          10h30 | Painel: Aplicabilidade de Sistema de Gestão de Pessoas às Organizações

          Moderação:

          • Regina Cruz, Founder, Well-Being 3.8

          Intervenientes:

          • Ana Cantinho, CEO, Beltrão Coelho
          • Maria Manuel Meruje, Diretora de Recursos Humanos do Instituto de Registos e Notariado I.P.
          • Miguel Homem, Diretor de Recursos Humanos, Clínicas Santa Madalena
          • Rui Mendes da Costa, Diretor Corporativo de Recursos Humanos, SGPS do Grupo Águas de Portugal

          11h00 | Encerramento


          SESSÃO V – A importância Estratégica da Integração do ESG e Responsabilidade Social nas Organizações

          Coorganização: Bureau Veritas Certification Portugal
          11h30 – 13h00

          Abertura:

          • Patrícia Franganito, Country Chief Executive Portugal, Bureau Veritas Portugal
          Intervenientes:
          • Maria Baquero, Coordenadora de Sustentabilidade, Bureau Veritas Portugal
          • Carla Lima, Coordenadora Comercial nas áreas de Certificação, HSE e Sustentabilidade, Bureau Veritas Portugal

          Encerramento:

          • Cristina Ribeiro, Certification & HSE Director (Portugal), Bureau Veritas Portugal

          SESSÃO VI – A Ética na Inteligência Artificial: Dilemas, Desafios e Oportunidades

          Organização: APEE- Associação Portuguesa de Ética Empresarial & Clube Unesco Nau Catrineta
          14h30-17h00

          14h30 | Abertura

          • Mário Parra da Silva, Presidente, Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal

          14h45 | Ai.ethics: Inteligência Artificial, Ética Responsável e Sustentável

          • Isabel Mendes, Vogal da Direção, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

          15h15 | Engagement with the audience

          • Ana Saraiva, Project Manager, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

          15h30 | Painel – Ética na Inteligência Artificial: Dilemas, Desafios e Oportunidades

          Moderação:

          • Mário Parra da Silva, Presidente, Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal

          Intervenientes:

          • Bruno Coelho, Head of Robotics, Beltrão Coelho
          • Inês Antas de Barros, Vice-Presidente, Data Science Portuguese Association
          • Luís Narvion, Chief Operating Officer, EFFICAZX
          • Sónia Dias, Diretora, Escola Nacional de Saúde Pública

          17h00 | Conclusões e Encerramento

          • Isabel Mendes, Vogal da Direção, Associação Portuguesa de Ética Empresarial
        • 26 de novembro

          Conferência de Abertura: 2.º Fórum: Global Digital Compact e o uso responsável das tecnologias digitais

          Organização: APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial 
          09h30 -11h00

          Intervenções de Abertura:

          • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal
          • Marcelo Nico, Diretor-Geral, Tabaqueira

          Painel | Global Digital Compact e o uso responsável das tecnologias digitais

          Moderação:

          • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal

          Speakers:

          • Catarina Leitão Afonso, Diretora de Sustentabilidade, Novabase
          • Francisca Buccellato, Head of Brand & Communications, ESG and Workplace, NTT Data

          SESSÃO VIII – O papel fundamental da indústria na descarbonização da economia

          Coorganização: Bondalti
          11h30 – 13h00

          Abertura 

          Keynote Speaker:

          • Diogo Mendes, Diretor de Tecnologia, Bondalti

          Q&A

          Painel: 

          Moderação:

          • Susana Carvalho, Head of Sustainability and Climate Change, Bondalti

          Speakers:

          • Carla Pedro, Diretora Geral, APQuímica
          • Filipa Pantaleão, Secretária-Geral, BCSD Portugal
          • Nuno Rodrigues, Responsável Projetos Energia e Descarbonização, The Navigator Company
          • Pedro Dominguinhos, Presidente, Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR

          SESSÃO IX – Passaporte digital de produto: ferramenta de apoio à sustentabilidade dos produtos

          Coorganização: IAPMEI
          14h30-16h00

          Garantir um futuro comum sustentável passa por assegurar que as PME incorporam a sustentabilidade nas suas estratégias e modelos de negócio. Nesta sessão daremos destaque à sustentabilidade dos produtos, considerando todo o seu ciclo de vida, trazendo a debate o tema do “Passaporte Digital de Produto”, medida do Regulamento de Conceção Ecológica para Produtos Sustentáveis, que irá induzir práticas de produção e consumo responsáveis.

          Para esta apropriação, importa sensibilizar e capacitar para as mudanças necessárias, partilhando informação e práticas. Será também uma oportunidade para comunicarmos os resultados de um projeto europeu, partilhar aspetos ligados à normalização, bem como dar a conhecer iniciativas nacionais.

          14h30 – Boas-vindas 

          • Fátima Tavares, Diretora de Proximidade Regional e Licenciamento, IAPMEI

          14h40 – Projeto “Digital Product Passport – Knowledge, progress, and concerns in European SMEs”

          • Ana Costa Paula, Chefe de Divisão de Política Empresarial, DGAE

          15h10 – Mesa-redonda – Desafios e práticas na adoção do Passaporte Digital de Produto

          Moderação:

          • Cristóvão Sousa, Investigador do Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais, INESC TEC

          Intervenientes:

          • Fátima Tavares, Diretora de Proximidade Regional e Licenciamento, IAPMEI
          • Miguel Mendes, Director Comercial, A.Sampaio & Filhos – Têxteis S.A.
          • Paulo Soeiro Ferreira, Head of Engineering and Innovation, Visabeira Global
          • Pedro Lima, Presidente da Comissão Técnica do Passaporte Digital do Produto, GS1 Portugal

              Sessão X – Competências para o Futuro: Preparação dos Jovens para um Mundo em Mudança

              Coorganização: Gebalis
              16h30-18h00

              Painel | Projeto “O Teu Lugar no Mundo” – ONG Mundo Nôbu

              Moderação:

              • Mikaella Andrade, Diretora de Intervenção Local, Gebalis

              Speakers:

              • Ângela Almeida, Monitora, projeto “O Teu Lugar no Mundo”
              • Dino D’Santiago, músico, compositor, ativista, Fundador, ONG Mundo Nôbu
              • Liliana Valpaços, Diretora Executiva e co-fundadora, ONG Mundo Nôbu
              • Stefany Espinola, Monitora,  projeto “O Teu Lugar no Mundo”

              Painel | Projeto “Community Champions League”

              Moderação:

              • Mikaella Andrade, Diretora de Intervenção Local, Gebalis

              Speakers:

              • João Videira, Gestor de Projeto, Fundação Benfica
              • Paulo Mota, Coordenador, Equipa Young Birds
              • Jovem integrante, Projeto “Community Champions League”

              Painel | Projeto “Semana Digital”

              Moderação:

              • Mikaella Andrade, Diretora de Intervenção Local, Gebalis

              Speakers:

              • Maria João Rodrigues, Associação Jorge Pina
              • Jovem integrante, Projeto “Semana Digital”
            • 27 de novembro

              SESSÃO XI – COP 29 OVERVIEW: Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas

              Coorganização: UN Global Compact Network Portugal
              09h30 -11h00

              A 29.ª Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP29), que teve lugar em Baku, no Azerbaijão, de 11 a 22 de novembro de 2024, foi uma oportunidade para acelerar a ação para combater a crise climática global. A COP29 reuniu líderes governamentais, para dar continuidade à operacionalização do Acordo de Paris e líderes empresariais, de organizações não governamentais e outros stakeholders, como a sociedade civil para avançar com soluções concretas para uma questão crítica para a agenda global.

              A COP29 foi intitulada de “COP do Financiamento Climático”, sendo a peça central das negociações a adoção de uma nova meta de financiamento para o clima. Pela primeira vez em 15 anos, os países irão reavaliar o montante e o tipo de financiamento que os países em desenvolvimento recebem para financiar a implementação de ações que travem as alterações climáticas. O que iremos ter é um novo objetivo coletivo quantificado sobre o financiamento climático para substituir o anterior objetivo anual de 100 mil milhões de dólares estabelecido em 2009. Definir um objetivo mais ambicioso é essencial para ajudar os países vulneráveis ​​a adotar energia limpa e outras soluções de baixo carbono e aumentar a resiliência face ao agravamento dos impactes dos eventos climáticos extremos e adaptação às alterações climáticas.

              09h30 – Abertura

              • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal e da Associação
                Portuguesa de Ética Empresarial

              09h45 – Reporte da COP 29 – Factos e Resultados

              • Anabela Vaz Ribeiro, Diretora Executiva, UN Global Compact Network Portugal

              10h10 – Painel de discussão: “COP 29: Uma perspetiva empresarial”

              Moderação:

              • Anabela Vaz Ribeiro, Diretora Executiva, UN Global Compact Network Portugal

              Speakers:

              • Catarina Pinto Correia, Co-responsible Partner in the Environment & Climate area, VdA
              • Paula Viegas, Chief Sustainability Officer, Banco Montepio
              • Rodrigo Costeira, Structured Finance Advisor, MCA
              • Rodrigo Fernandes, Director, ES(D)G, Bentley Systems

              10h55 – Encerramento


              SESSÃO XII – Egas Moniz e a Comunidade

              Coorganização: Egas Moniz School of Health and Science
              11h30 -13h00

              11h30-11h55 – Apresentação do Projeto “Há Margem”

              • Susana Monteiro, Professora Auxiliar, Instituto Universitário Egas Moniz

              11h55-12h15- Clínicas Egas Moniz de Portas Abertas para a Comunidade

              • Cristina Manso, Vice-Reitora, Instituto Universitário Egas Moniz 

              12h15 – 13h00 – Mesa Redonda: A Importância da IES no Desenvolvimento Regional

              Moderação:

              • João Couvaneiro, Diretor do Departamento de Inovação Pedagógica, Egas Moniz School of Health & Science 

              Speakers:

              • Carla MeloVogal, Junta da União de Freguesias de Caparica e Trafaria 
              • José João Mendes, Presidente, Egas Moniz School of Health & Science
              • Regina Guerreiro, Professora, Agrupamento de Escolas da Caparica
              • Sofia Valério, Diretora Coordenadora Técnica, Santa Casa da Misericórdia de Almada

              SESSÃO XIII – Pacto com o Futuro

              Coorganização: Grupo Águas de Portugal
              14h30 -16h00

              14h30 – Abertura

              Keynote Speaker:

              • Mourana Monteiro, Vogal da Direção com o pelouro dos Direitos Humanos e Ambiente, Conselho Nacional de Juventude

              14h50 – Mesa-Redonda:

              Moderação:

              • Marcos Batista, Diretor de Comunicação e Desenvolvimento, Águas do Tejo Atlântico

              Speakers:

              • Beatriz Santos, Mundo Nôbu
              • Rita Pinto, Águas do Tejo Atlântico
              • Tita Monteiro, Bairro do Zambujal
              • Theila Murane, Girlmove Academy

              15h45 – Encerramento

              • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal 

              SESSÃO XIV – Gerações Futuras: Diálogos sobre Saúde Emocional: Um Mosaico de Perspetivas | Laboratório de Simulações das Nações Unidas

              Coorganização: Merck Portugal & United Nations Association – UNA Portugal
              16h30 -18h00

              Diálogos sobre Saúde Emocional: Um Mosaico de Perspetivas

              16h30 – Abertura:

              • Rita Reis, Value, Access, Government and Public Affairs Senior Director, Portugal Healthcare Merck

              16h35 – Fireside chat:

              • Rita Reis, Value, Access, Government and Public Affairs Senior Director, Portugal Healthcare Merck
              • Joana Freire, Membro, Associação Portuguesa de Fertilidade

              Laboratório de Simulações das Nações Unidas

              17h15 – Abertura:

              • Mário Parra da Silva, Secretário-Geral da UNA Portugal

              17h30 – Painel | O papel dos UN Model no multilateralismo atual

              Moderação: 

              • Joana Rodrigues, Corporate Communication & Engagement, United Nations Association-  UNA Portugal

              Speakers:

              • Filipa Laborinho, Vereadora, Câmara Municipal de Oeiras
              • Francisco Afonso, Presidente, CMS Model WHO Society
              • Iúri Cláudio, Project Manager, UNA Portugal
              • Joana Costa, Vice-Presidente, CMS Model WHO Society
              • Pedro Krupenski, Assessor da Administração, Fundação Oriente

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              Nº de Trabalhadores

              Ao participar neste evento, aceita que entrevistas, fotografias, gravações de áudio e vídeo, bem como a sua partilha, publicação, exibição ou reprodução sejam utilizadas em notícias, sites, campanhas promocionais, publicidade e redes sociais.

              Autorizo que os meus dados pessoais, nomeadamente nome, telefone e email, sejam processados pela APEE - Associação Portuguesa de Ética Empresarial / GCNP - Global Compact Network Portugal para os seguintes fins:

              O consentimento prestado para o tratamento de dados pessoais pelo titular poderá ser revogado em qualquer momento. Para revogar o consentimento do tratamento dos seus dados pessoais para as finalidades indicadas, ou para exercer os seus direitos de acesso, alteração, eliminação e portabilidade, deverá manifestar a sua vontade, enviando um email para o endereço: [email protected]

              Oradores

              • Alexandra Paio

                Investigadora e Professora de Arquitetura e Urbanismo
                ISCTE-IUL

              • Ana Paula Costa

                Chefe de Divisão de Política Empresarial
                DGAE

              • Alexandra Aragão

                Professora e Investigadora de Direito do Ambiente, Sustentabilidade e Ecoliteracia
                Universidade de Coimbra

              • Ana Catinho

                CEO
                Beltrão Coelho

              • Ana Cristina Manso

                Vice-Reitora
                Instituto Universitário Egas Moniz

              • Ana Saraiva

                Ana Saraiva
                Project Manager da APEE

              • Anabela Vaz Ribeiro

                Executive Director
                UN Global Compact Network Portugal

              • André Moz Caldas

                Ex-Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros XXIII Governo Constitucional.

              • Bruno Coelho

                Head of Robotics
                Beltrão Coelho

              • Carla Lima

                Coordenadora Comercial nas áreas de Certificação, HSE e Sustentabilidade
                Bureau Veritas Portugal

              • Carla Pedro

                Diretora Geral
                APQuímica

              • Carla Melo

                Vogal
                Junta da União de Freguesias de Caparica e Trafaria

              • Catarina Leitão Afonso

                Diretora de Sustentabilidade
                Novabase

              • Catarina Pinto Correia

                Co-responsible Partner in the Environment & Climate area
                VdA

              • Cristina Ribeiro

                Certification & HSE Director (Portugal)
                Bureau Veritas Portugal

              • Diogo Mendes

                Diretor de Tecnologia
                Bondalti

              • Fernando Angleu

                Presidente do Conselho de Administração
                Gebalis

              • Francisco Rocha Gonçalves

                Vice-Presidente
                Câmara Municipal de Oeiras

              • Fátima Tavares

                Diretora de Proximidade Regional e Licenciamento
                IAPMEI

              • Francisca Buccellato

                Head of Brand & Communications, ESG and Workplace
                NTT Data

              • Francisco Afonso

                Presidente
                CMS Model WHO Society.

              • Filipa Pantaleão

                Secretária-geral
                BCSD Portugal

              • Filipa Laborinho

                Vereadora
                Câmara Municipal de Oeiras

              • Iúri Cláudio

                Project Manager
                UNA Portugal

              • Isabel Mendes

                Vogal da Direção
                APEE

              • Inês Antas de Barros

                Vice-Presidente
                Data Science Portuguese Association

              • Inês Coimbra

                Representante
                Rede DLBC Lisboa

              • José Pulido Valente

                Presidente do Conselho Diretivo
                IAPMEI

              • Joana Freitas Peixoto

                Associada Principal da área de Direito Público
                CCA Law Firm

              • Joana Costa

                Vice-Presidente
                CMS Model WHO Society

              • Joana de Melo Rodrigues

                Corporate Communication & Engagement
                UNA Portugal

              • Joana Appleton

                Head of Investor Relations and ESG
                Floene Energias

              • Joana Freire

                Membro da Associação Portuguesa
                Fertilidade

              • João Couvaneiro

                Diretor do Departamento de Inovação Pedagógica
                Egas Moniz School of Health & Science

              • João Dias Mestre

                Head of Sustainability
                Fidelidade

              • José João Mendes

                Presidente
                Egas Moniz School of Health & Science

              • Julia Tomaz

                Diretora de Planeamento e de Políticas de Empresa
                IAPMEI

              • Luis Narvion

                Chief Operating Officer
                EFFICAZX

              • Maria João Graça

                Vogal do Conselho Diretivo
                Instituto Português Qualidade

              • Maria Manuel Meruje

                Diretora de Recursos Humanos
                Instituto de Registos e Notariado I.P.

              • Maria João Pinto

                Coordenadora da Equipa de Missão para Compras Sustentáveis e Gestora do Projeto Portal Colaborativo de Compras
                Câmara Municipal de Lisboa

              • Manuela Correia

                Diretora do departamento de Aprovisionamentos
                Câmara Municipal de Lisboa

              • Maria Baquero

                Coordenadora de Sustentabilidade
                Bureau Veritas Portugal

              • Mário Parra da Silva

                Presidente
                APEE e UN Global Compact Network Portugal

              • Marcelo Nico

                Diretor Geral
                Tabaqueira

              • Mariana Gomes

                Presidente e Fundadora
                Último Recurso

              • Miguel Mendes

                Director Comercial
                A.Sampaio & Filhos – Têxteis S.A.

              • Miguel Fernandes Homem

                Diretor de Recursos Humanos
                Clínicas Santa Madalena

              • Miguel Neiva de Oliveira

                Sócio da área de Direito Público
                CCA Law Firm

              • Mónica Paredes

                Presidente da Comissão de ESG
                Grupo BEL

              • Nuno Oliveira

                CEO
                NBI – Natural Business Intelligence

              • Nuno Rodrigues

                Responsável Projetos Energia e Descarbonização
                The Navigator Company

              • Olinda Martinho Rio

                Permanente Senior Officer
                CCDR Lisboa e Vale do Tejo

              • Regina Cruz

                Fundadora WellBeing 3.8

              • Rita Freitas

                Senior Consultant
                Pedra Base

              • Rita Reis

                Value, Access, Government and Public Affairs, Senior Director Portugal
                Merck Healthcare

              • Rodrigo Costeira

                Structured Finance Advisor
                MCA

              • Patricia Franganito

                Country Chief Executive Portugal
                Bureau Veritas Portugal

              • Paula Viegas

                Chief Sustainability Officer
                Banco Montepio

              • Pedro Teixeira

                Formador e Consultor na área da Contratação Pública e RGPC

              • Pedro Dominguinhos

                Presidente
                Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR

              • Pedro Krupenski

                Assessor da Administração
                Fundação Oriente

              • Rodrigo Volz Correia

                Associado Sénior da área de Direito Público
                CCA Law Firm

              • Rui Mendes da Costa

                Diretor Corporativo de Recursos Humanos
                SGPS do Grupo Águas de Portugal

              • Sara Pires

                Presidente
                Common Home of Humanity

              • Sónia Dias

                Diretora
                Escola Nacional de Saúde Pública

              • Susana Carvalho

                Head of Sustainability and Climate Change
                Bondalti

              Parceiros

              Organização

              Partner

              EGAS MONIZ

              .

              Main Sponsor

              bondalti

              .

              Gold Sponsor

              Silver Sponsor

              bondalti

              .

              Bronze Sponsor

              • Altri

              • Auchan

              • El Corte Inglés

              • El Corte Inglés

              • Jerónimo Martins

              Coorganização

              Apoio

              Local do evento

              38.75847125,-9.153873979707335

              Morada: Rua Campo Grande 380 – 1700-097 Lisboa

              Entrevistas

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              SRS 18ª Edição – Governação organizacional Responsável


              A 18.ª edição da Semana da Responsabilidade Social, iniciativa com realização anual desde 2006 que conta com o apoio da UN Global Compact Network Portugal, tem este ano como tema central a “Governação Organizacional Responsável”, fundamentado na importância da adoção de práticas e políticas que promovam a Transparência, a Ética, a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade. O tema da edição de 2023 encontra-se alavancado na abordagem holística da NP EN ISO 26000 – Linhas de Orientação da Responsabilidade Social.

              O evento é exclusivamente presencial e promove quatro dias de sessões temáticas de debate, coorganizadas por várias organizações, reunindo empresas, organismos públicos, universidades, parceiros sociais, economia social e sociedade civil.

              Data
              6 – 9 de novembro 

              Local
              Salão Mundial | Hotel Mundial | Praça Martim Moniz 2, 1100-341 Lisboa

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              Programa do Evento

              Hora Nov 06 [Segunda-feira] Nov 07 [Terça-feira] Nov 08 [Quarta-feira] Nov 09 [Quinta-feira]
              09.30 -13.00 Sessão I
              APEE

              Governação Responsável
              Sessão III
              Pedra Base

              Bem-Estar e Felicidade Organizacional:  Um Instrumento para a Gestão das Pessoas e Retenção de Talentos
              Sessão V
              APEE / UN Global Compact Network Portugal/
              APQ 
              Modelos de Governação e Políticas de Integridade e de Ética

              Sessão VII
              Grupo Águas de Portugal 
              A Água não Cai do Céu

              14.30 – 17.30

              *Sessão II
              Grupo BEL
              Eletrificação de frotas: Os desafios para o Ambiente e para as Empresas                               *esta sessão terá início às 15.30

              Sessão IV
              Gebalis

              O Desafio de Implementar os ODS e os Princípios ESG na Gestão de Habitação Social
              *Sessão VI
              UN Global Compact Network Portugal

              Pre-COP 28: Accelerating Financing & Climate Solutions *esta sessão terá início às 15.00
              *Sessão VIII
              CCA Law Firm
              Inteligências artificiais responsáveis: construindo estratégias e mitigando riscos       
               *esta sessão terá início às 15.30

              Programa detalhado

              • 06 de Novembro

                SESSÃO I – GOVERNAÇÃO RESPONSÁVEL

                Organização: APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial
                09h30 -13h00

                Intervenções de Abertura:

                • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal
                • Pedro Tavares, Secretário de Estado da Justiça

                Painel | Governação: A base de competitividade das organizações

                Moderação:

                • Mário Parra da Silva, Presidente, APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial | UN Global Compact Network Portugal

                Speakers:

                • António Sintra, Diretor do Departamento de Compliance, Grupo BEL
                • Maria João Graça, Vogal do Conselho Diretivo, IPQ
                • Marisa Garrido, Vogal do Conselho Diretivo, IAMPEI

                Perspetivas em Debate: Governação Organizacional Multistakeholder

                Moderação:

                • Filipa Pires de Almeida, Deputy Director, Centre for Responsible Business & Leadership (UCP)

                Speakers:

                • Ana Simaens, Associate Dean for Engagement and Impact, iscte Business School
                • Ana Patrícia Duarte, Docente Convidada, iscte Business School
                • Cristina Ferreira, Presidente, Sindicato dos Técnicos Administrativos e Auxiliares de Educação do Sul e Regiões Autónomas
                • Elizabeth Barreiros, Presidente, Ala de Quadros da UGT
                • Isabel Jonet, Presidente e Fundadora, Entrajuda
                • Marta Duarte, Sócia do Departamento de Contencioso, CCA Law Firm
                • Pedro Krupenski, Vogal da Direção, UNA Portugal

                SESSÃO II – ELETRIFICAÇÃO DE FROTAS: OS DESAFIOS PARA O AMBIENTE E PARA AS EMPRESAS

                Coorganização: Grupo BEL
                15h30 – 17h30

                Intervenções:

                • João Caetano, Diretor do Departamento de Frota, Grupo BEL
                • Maria Rebelo, Diretora de Sustentabilidade, CTT
                • José Fontes, CEO, Fusion Concept

                Painel:

                Moderação:

                • Mónica Paredes, Presidente da Comissão ESG, Grupo BEL

                Intervenções:

                • João Caetano, Diretor do Departamento de Frota, Grupo BEL
                • José Fontes, CEO, Fusion Concept
                • Maria Rebelo, Diretora de Sustentabilidade, CTT
              • 07 de Novembro

                SESSÃO III – BEM- ESTAR E FELICIDADE ORGANIZACIONAL: UM INSTRUMENTO PARA A GESTÃO DE PESSOAS E RETENÇÃO DE TALENTOS

                Coorganização: Pedra Base
                09h30 -13h00

                9h30 -10h00 | Welcome Coffee

                10h00 -10h20| Impacto do Bem-estar Organizacional no Desempenho das Organizações

                • Anabela Vaz Ribeiro – Managing Partner, Pedra Base

                10h20 -11h20 | Painel: Agentes e Promotores de Referenciais. Um olhar sobre as Políticas Públicas

                Moderação:

                • Isabel Mendes – Vogal da Direção, APEE

                Intervenientes:

                • Ana Rita Freitas – Talent retention and workplace wellness strategist, Pedra Base
                • Cristina Rodrigues – Subinspetora-geral da Autoridade para as Condições de Trabalho
                • Liliana Dias – Membro do Conselho de Especialidade em Psicologia do Trabalho, Social e das Organizações, Ordem dos Psicólogos Portugueses

                11h20 -11h40| Resultados do Estudo: Propósito como driver de Bem-Estar Organizacional

                • Ana Rita Freitas – Talent retention and workplace wellness strategist, Pedra Base

                11h40 -12h40 | Painel: Desafios da Gestão de Pessoas e Gestão de Talento

                Moderação:

                • Regina Cruz, Especialista em Bem-Estar Organizacional e Fundadora WellBeing 3.8

                Intervenientes:

                • Ângela Correia, Diretora da Unidade de RH, INFARMED, I.P
                • Maria João Vicente, Coordenadora da área de Gestão de Pessoas, Instituto de Informática, I.P.
                • Paulo Barreto, Diretor de Recursos Humanos, Crédito Agrícola
                • Sílvia Gonçalves, Direção de Desenvolvimento de Pessoas, INCM

                12h40 -13h00 | Encerramento

                • Ana Rita Freitas – Talent retention and workplace wellness strategist, Pedra Base

                SESSÃO IV – O DESAFIO DE IMPLEMENTAR OS ODS E OS PRINCÍPIOS ESG NA GESTÃO DE HABITAÇÃO SOCIAL

                Coorganização: Gebalis
                14h30 – 17h30

                Moderação:

                • João Carvalhosa, Assessor do Conselho de Administração, Gebalis

                Intervenientes:

                • Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director, UN Global Compact Network Portugal
                • Alexandra Pontes, Júri, Reconhecimento de Práticas Responsabilidade Social e Sustentabilidade
                • Duarte Veiga da Cunha, Presidente, SGI Portugal
                • Elisete Andrade, Presidente, Associação de Moradores Bairro Padre Cruz
                • Fernanda Pinto, Diretora de Recursos Humanos, Gebalis
                • Fernando Angleu Teixeira, Presidente do Conselho de Administração, Gebalis
                • Jorge Malheiros, Professor do Centro de Estudos Geográficos, IGOT, Universidade de Lisboa
                • Maria Antónia Victória, Chefe de Divisão da Direção Municipal de Habitação e Desenvolvimento Local, Câmara Municipal de Lisboa
                • Maria da Luz Passanha, Diretora da Direção Jurídica e Contratação Pública, Gebalis
                • Nuno Baptista, Coordenador da Direção de Edifícios Eficiência de Recursos, ADENE – Agência para a Energia
                • Pedro Cruz, Audit & Assurance and ESG Coordinator Partner, KPMG
                • Victor Vieira, Environmental Engineer, Lisboa E-Nova
              • 08 de Novembro

                SESSÃO V – MODELOS DE GOVERNAÇÃO E POLÍTICAS DE INTEGRIDADE E DE ÉTICA

                Coorganização: APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial / UN Global Compact Network Portugal / APQ 
                09h30 -13h00

                9h30-11h00

                Abertura

                • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal

                Purpose Driven Organizations: The way to address good governance, integrity, and sustainability

                • Victoria Hurth, Fellow, Cambridge Institute for Sustainability Leadership

                Governação e Sustentabilidade

                • Eduardo Morgado, Vice-Presidente, APQ

                PPI – Plataforma Portuguesa para a Integridade

                • Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director, UN Global Compact Network Portugal

                11h30 – 13h00 – Debate Multistakeholder: Ética e Integridade nos Modelos de Governação

                Moderação: 

                • Anabela Vaz Ribeiro, Diretora Executiva, UN Global Compact Network Portugal

                Intervenientes:

                • Ana Dias, Diretora de Segurança e Qualidade Grupo ProCME
                • Francisco Melo Albino, Vice-Presidente, Instituto Português de Auditoria Interna
                • Paulo Jorge Monteiro, Chairman of the Ethis and Compliance Commitee, Partner, Auchan Retail Portugal

                SESSÃO VI – PRE-COP 28: ACCELERATING FINANCING & CLIMATE SOLUTIONS

                Coorganização: UN Global Compact Netowork Portugal
                15h00 – 17h00

                15h00 – Abertura

                • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal

                15h30 – Política Energética e Climática

                • Manuel de Andrade Neves, Co-coordenador da área de Direito Público&Ambiente, Abreu Advogados

                Fireside Chat

                • Elisabete Félix, Diretora do Departamento de Dinamização Empresarial da Direção de Apoio ao Investimento, Turismo de Portugal

                          &

                • Raquel Policarpo, Senior Manager | Lead Programs, UN Global Compact Network Portugal

                16h15- Financiar a Transição Energética para um novo modelo de desenvolvimento

                Moderação:

                • Anabela Vaz Ribeiro, Diretora Executiva, UN Global Compact Network Portugal

                Intervenientes:

                • Cristina Casalinho, Diretora Executiva de Sustentabilidade, Banco BPI
                • Filipa Saldanha, Diretora de Sustentabilidade, Crédito Agrícola
                • João Tomaz, Responsável pela área Prudencial, Mercados e Sustentabilidade, Associação Portuguesa de Bancos
                • Paula Viegas, Chief Sustainability Officer, Banco Montepio

                17h00 – Descarbonização & Coesão Social: o único caminho

                Moderação:

                • Beatriz Varela Pinto, Gestora na área de Alterações Climáticas e Sustentabilidade, EY

                Intervenientes:

                • Cátia Henriques, Head of External Affairs & Incentives, Galp
                • José Martins Soares, Presidente, AdP Energia
                • Nuno Lima, Diretor de Sustentabilidade, TMG Automotive
                • Susana Parreira,  Divisão de Logística da Direção de Negócio Portuário e Logística, Administração do Porto de Lisboa
              • 09 de Novembro

                SESSÃO VII – A ÁGUA NÃO CAI DO CÉU

                Coorganização: Grupo Águas de Portugal
                09h45 -13h00

                09h45 – Abertura

                • Fátima Borges, Diretora de Sustentabilidade, Grupo Águas de Portugal

                09h50 – Keynote Speaker | Governação e Gestão Responsável da Água

                • Mário Parra da Silva, Presidente, UN Global Compact Network Portugal/ APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial

                10h30 – A Jornada da Água na Jornada Mundial da Juventude

                • Alexandra Cristóvão, Diretora de Sustentabilidade Empresarial, EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A.

                11h00 – Coffee Break & Networking

                11h30 – Debate Multistakeholder: A Água não cai do Céu

                Moderação: 

                • Fernanda Freitas, Diretora Geral, Eixo Norte Sul

                Intervenientes:

                • Francisco Narciso, Presidente do Conselho de Administração, SIMARSUL
                • Luísa Motta, Diretora de Recolha de Fundos e Parcerias, UNICEF
                • David Martins, Diretor Geral, Castro Marim Golfe & Country Club

                SESSÃO VIII – INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS RESPONSÁVEIS: CONSTRUINDO ESTRATÉGIAS E MITIGANDO RISCOS

                Coorganização: CCA Law Firm
                15h30 – 17h00

                Intervenção de abertura:

                • Eduardo Magrani, PhD e Consultor Senior na CCA Law Firm

                Perspetivas em Debate | Inteligências Artificiais Responsáveis: Construindo Estratégias e Mitigando Riscos

                Moderação:

                • Eduardo Magrani, PhD e Consultor Senior na CCA Law Firm

                Intervenções:

                • Cláudio Lucena, Head of International Office at UEPB
                • Cláudio Villar, Head of Products at Hostel World Group

                Tópicos a serem abordados/discutidos na sessão:

                • Quais os princípios éticos que devem ser considerados nos desenvolvimentos de IA?
                • Quais as principais tendências regulatórias na Europa e as suas respetivas obrigações para as empresas?
                • Quais os melhores modelos de governação?
                • Que lições podemos aprender a partir de casos emblemáticos?

                Q&A

              Oradores

              • Alexandra Pontes

                Juri
                Reconhecimento de Práticas Responsabilidade Social e Sustentabilidade

              • Ana Patrícia Duarte

                Docente Convidada
                Iscte Business School e Embaixadora Aliança ODS Portugal

              • Ana Simaens

                Associate Dean for Engagement and Impact
                iscte Business School.

              • Ana Silveira

                Diretora Relações Externas
                Galp

              • Ana Dias

                Diretora de Segurança e Qualidade
                Grupo ProCME

              • Anabela Vaz Ribeiro

                Executive Director
                UN Global Compact Network Portugal

              • António Sintra

                Diretor do Departamento de Compliance
                Grupo BEL

              • Ângela Correia

                Diretora da Unidade de RH
                Infarmed, I.P

              • Beatriz Varela Pinto

                Gestora na área de Alterações Climáticas e Sustentabilidade
                EY

              • Cristina Casalinho

                Diretora Executiva de Sustentabilidade_Banco BPI

              • Cristina Ferreira

                Presidente
                Sindicato dos Técnicos Administrativos e Auxiliares de Educação do Sul e Regiões Autónomas

              • Cristina Rodrigues

                Subinspetora-geral da Autoridade para as Condições do Trabalho

              • Cláudio Lucena

                Head of International Office
                UEPB

              • Claudio Villar

                Head of Products
                Hostel World Group

              • Duarte Veiga da Cunha

                Presidente
                SGI Portugal

              • Eduardo Magrani

                PhD e Consultor Senior
                CCA Law Firm

              • Elisabete Félix

                Diretora do Departamento de Dinamização Empresarial da Direção de Apoio ao Investimento
                Turismo de Portugal

              • Elisete Andrade

                Presidente
                Associação de Moradores do Bairro Padre Cruz

              • Elizabeth Barreiros

                Presidente
                Ala de Quadros da UGT

              • Eduardo Morgado

                Vice-presidente
                APQ

              • Fernanda Pinto

                Diretora de Recursos Humanos
                Gebalis

              • Fernando Angleu Teixeira

                Presidente do Conselho de Administração
                Gebalis

              • Filipa Pires de Almeida

                Deputy Director
                Centre for Responsible Business & Leadership (UCP)

              • Filipa Saldanha

                Diretora de Sustentabilidade
                Crédito Agrícola

              • Francisco Melo Albino

                Vice-Presidente
                Instituto Português de Auditoria Interna

              • Gonçalo de Sampaio

                Administrador
                Gebalis

              • João Tomaz

                Responsável pela área prudencial, mercados e sustentabilidade
                Associação Portuguesa de Bancos

              • João Carvalhosa

                Assessor do Conselho de Administração
                Gebalis

              • João Caetano

                Diretor do Departamento de Frota
                Grupo BEL

              • José Martins Soares

                Presidente
                Adp Energia

              • José Fontes

                CEO
                Fusion Concept

              • Jorge Malheiros

                Professor
                Centro de Estudos Geográficos- IGOT – Universidade de Lisboa

              • Liliana Dias

                Membro do Conselho de Especialidade em Psicologia do Trabalho, Social e das Organizações
                Ordem dos Psicológos Portugueses

              • Marco Galinha

                CEO
                Grupo BEL

              • Marcos Batista

                Diretor de Comunicação e Desenvolvimento
                Águas do Tejo Atlântico

              • Maria João Graça

                Vogal do Conselho Diretivo
                IPQ

              • Maria Antónia Victória

                Chefe de Divisão da Direção Municipal de Habitação e Desenvolvimento Local
                Câmara Municipal de Lisboa

              • Maria da Luz Passanha

                Gebalis

              • Maria João Vicente

                Coordenadora da área de Gestão de Pessoas
                Instituto de Informática, I.P.

              • Maria João Rebelo

                Diretora de Sustentabilidade
                CTT

              • Mário Parra da Silva

                Presidente
                APEE e UN Global Compact Network Portugal

              • Marisa Garrido

                Vogal do Conselho Diretivo
                IAPMEI

              • Marta Duarte

                Sócia de Contencioso & Arbitragem
                CCA Law Firm

              • Manuel de Andrade Neves

                Co-coordenador da área de Direito Público&Ambiente
                Abreu Advogados

              • Monica Paredes

                Presidente da Comissão ESG
                Grupo BEL

              • Nuno Lima

                Diretor de Sustentabilidade
                TMG

              • Nuno Baptista

                Coordenador da Direção de Edifícios Eficiência de Recursos
                ADENE – Agência para a Energia

              • Paula Viegas

                Chief Sustainability Officer
                Banco Montepio

              • Paulo Jorge Monteiro

                _Chairman of the Ethics and Compliance Commitee, Partner
                Auchan Retail Portugal

              • Paulo Barreto

                Diretor de Recursos Humanos
                Crédito Agrícola

              • Pedro Cruz

                Partner, Audit & Assurance and ESG Coordinator Partner
                KPMG

              • Pedro Ferrão

                Secretário de Estado da Justiça

              • Pedro Krupenski

                Vogal da Direção
                UNA Portugal

              • Raquel Policarpo

                Senior Manager, Lead Programs
                UN Global Compact Network Portugal

              • Regina Cruz

                Especialista em Bem-Estar Organizacional e Fundadora WellBeing 3.8

              • Rita Freitas

                talent retention and workplace wellness strategist

              • Sílvia Gonçalves

                Direção de Desenvolvimento de Pessoas
                INCM

              • Isabel Jonet

                Presidente e Fundadora da Entrajuda

              • Isabel Mendes

                Vogal da Direção
                APEE

              • Victoria Hurth

                Fellow
                Cambridge Institute for Sustainability Leadership

              • Vitor Vieira

                Environmental Engineer
                Lisboa E-nova

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              SRS 2023 | Pedra Base

              A Semana da Responsabilidade Social, com realização anual desde 2006, tem este ano como tema central a “Governação Organizacional Responsável”, fundamentado na importância da adoção de práticas e políticas que promovam a Transparência, a Ética, a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade.

              O tema da edição de 2023 encontra-se alavancado na abordagem holística da NP EN ISO 26000 – Linhas de Orientação da Responsabilidade Social.

              Em entrevista, Rita Freitas, Talent Retention and Workplace Wellness Strategist da Pedra Base, acredita que a “SRS na sua 18º edição é uma referência em termos de sensibilização para as questões da ética, da responsabilidade social e da sustentabilidade”.

              Temos a honra de poder contar com a participação da V/ organização nesta iniciativa anual. Quais as razões que levam a associar-se à SRS 2023?

              A SRS na sua 18º edição é uma referência em termos de sensibilização para as questões da ética, da responsabilidade social e da sustentabilidade. A Pedra Base, enquanto entidade fundadora sempre apoiou o desenvolvimento da SRS e pretende continuar a fazê-lo no futuro.

              Enquanto entidade empenhada em apoiar as empresas, no geral, quais os grandes dilemas a nível de responsabilidade social e de sustentabilidade, com os quais as organizações se deparam quando vos procuram?

              A Pedra Base é uma empresa que trabalha em serviços especializados e no apoio à identificação da abordagem certa para o desafio certo, ou seja, desenvolvemos soluções à medida das necessidades dos nossos clientes.

              Os desafios com que as organizações se confrontam são múltiplos e de maior complexidade. É preciso saber navegar num oceano de incertezas sobre os fatores de produção, os clientes e as condições de mercado, inovar e reinventar-se e adaptar-se às regras de mercado. Manter uma organização competitiva requer cada vez mais recursos, desde logo o rastreio de todos os requisitos legais a que estão sujeitas e o facto de terem que assegurar essa conformidade, a resposta às expectativas dos seus stakeholders, desde clientes que gerem cadeias de abastecimento complexas até aos consumidores, cada vez mais informados e exigentes. O escrutínio da sociedade está a aumentar, a pressão pela transparência sobre os processos, a origem das matérias-primas, as condições de trabalho e de proteção social ao longo das cadeias de abastecimento, as parcerias que são efetuadas, o desempenho ambiental, a informação de marketing, tudo isso hoje é considerado como sendo do domínio público.

              Trabalhamos numa perspetiva de apoio a longo prazo, conhecemos o enquadramento dos nossos clientes e as entidades que trabalham connosco sabem disso. É um ecossistema que funciona. Empresas e organizações procuram-nos.

              No âmbito da publicação da Norma Portuguesa 4590 – Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional, este ano o tema escolhido pela vossa organização para a sua sessão foi o Bem-Estar Organizacional. No geral, quais são os desafios das organizações portuguesas no que diz respeito ao Bem-Estar dos seus trabalhadores/as?

              O mercado de trabalho tem sofrido profundas transformações, mas pensamos que o maior desafio não é esse. As dificuldades das empresas relacionam-se com a atratividade de candidatos e uns meses mais tarde com a sua retenção. É preciso investir muito no que significa “Ser um bom empregador”, ser reconhecido pelo mercado, participar em fóruns diversos, dar a conhecer os benefícios e flexibilizar as formas de organização do trabalho, para atrair pessoas talentosas. A situação de quase pleno emprego inverteu os papéis. São os candidatos que definem as condições e não as organizações. Outro desafio que identificamos é o grau de compromisso e de envolvimento. As pessoas querem sentir que participam em algo que é maior do que o resultado da sua função. Querem conhecer o propósito da sua organização e o seu papel na mesma. Sentir que o seu desempenho e o seu esforço têm significado. A longevidade e as novas estruturas familiares representam outro desafio, pois trazem necessidades crescentes de apoio à família. O rescaldo da pandemia alterou rotinas e deixou muitas famílias sem o apoio dos avós ou esfera familiar similar e colocou os pais no centro. Temos muitos contextos familiares em que os filhos ainda são pequenos e os pais já precisam de algum apoio. Estas necessidades de conciliação criam pressão sobre as famílias, sobre as pessoas que trabalham e que tentam responder a tudo. Adiciona-se a este quadro, a velocidade a que o mundo funciona em que existem múltiplos objetivos, a complexidade de realização é maior, os processos implicam mais passos e a capacidade de resposta é diminuta por que os recursos são escassos. As organizações precisam de super trabalhadores. E os efeitos estão à vista, porque as pessoas têm limites. Por isso a dimensão do bem-estar tem um acolhimento tão grande. Corresponde a uma necessidade.

              As condições de bem-estar são um bom instrumento para atrair, mas sobretudo para reter pessoas, para responder às suas necessidades porque o maior desafio é esse. Daí a escolha do tema.

              Que iniciativas ou programas podem ajudar as empresas a trabalhar estas matérias?

              Acreditamos que as organizações precisam de uma abordagem holística. Por isso fizemos um pulse survey para conhecer melhor o que as empresas e organizações estão a desenvolver, cujos resultados serão apresentados na sessão. E verificamos que 73% dos respondentes têm alguém ou alguma área responsável pelo bem-estar. Voltamos à necessidade, ao “Bom Local para Trabalhar”. As organizações reconhecem que é necessário atuar na área do bem-estar e da felicidade. O bem-estar tem múltiplas dimensões e todas, em conjunto contribuem para o resultado final, onde se inclui o que proporciona felicidade a cada um. Um referencial de bem-estar é um instrumento ao serviço da organização para criar condições para as pessoas se sentirem bem e se possível, que as faça felizes. Proporciona o enquadramento para desenhar programas adequados às necessidades das pessoas, que lhes proporcione um sentido de propósito, lhes traga satisfação e resulte no incremento dos níveis de competitividade da organização.

              Mas é insuficiente, per si. Precisa de ser combinado com políticas adequadas de remuneração, progressão na carreira, desenvolvimento de competências, clareza de responsabilidades, autonomia e responsabilidade. Tudo começa com a definição do propósito da organização, e de cada pessoa saber qual é o seu contributo para esse propósito, ou seja, o seu propósito. Depois, uma auscultação intencional sobre este domínio, o reconhecimento que os valores associados ao trabalho estão em mudança, que as famílias têm diferentes estruturas com diferentes necessidades, de conciliação e de apoio, que a experiência do trabalhador é um fator de satisfação e de compromisso. E com esse manancial de informação, desenhar programas, medidas, ações, transversais para equipas ou individualizadas para se alcançarem melhores resultados. É um processo de co-criação, com as pessoas.

              SRS 2023 | Grupo BEL

              A Semana da Responsabilidade Social, com realização anual desde 2006, tem este ano como tema central a “Governação Organizacional Responsável”, fundamentado na importância da adoção de práticas e políticas que promovam a Transparência, a Ética, a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade.

              O tema da edição de 2023 encontra-se alavancado na abordagem holística da NP EN ISO 26000 – Linhas de Orientação da Responsabilidade Social.

              Em entrevista Marco Galinha, CEO do Grupo BEL, afirma que “No Grupo BEL, temos como lema criar empresas de valor, com valores. Por termos esta visão e estes princípios que norteiam a nossa atuação empresarial e, também, porque reconhecemos a Semana da Responsabilidade Social como fórum privilegiado para avaliar o estado da arte nesta área, aderimos a esta iniciativa com grande empenho para dar a conhecer o que estamos a desenvolver nestas matérias.”

              Temos a honra de poder contar com a participação da V/ organização nesta iniciativa anual. Quais as razões que levam a associarem-se à SRS 2023?

              Acreditamos que a única estratégia a seguir pelas empresas é a da governação responsável em todas as suas dimensões. No Grupo BEL, temos como lema criar empresas de valor, com valores. Por termos esta visão e estes princípios que norteiam a nossa atuação empresarial e, também, porque reconhecemos a Semana da Responsabilidade Social como fórum privilegiado para avaliar o estado da arte nesta área, aderimos a esta iniciativa com grande empenho para dar a conhecer o que estamos a desenvolver nestas matérias.

              O Grupo BEL tem estabelecido compromissos importantes nos últimos anos, nomeadamente com a APEE e com a UN Global Compact Network Portugal. Esses compromissos contribuem para que o Grupo BEL possa construir o caminho para um futuro sustentável?

              Seguramente que sim. Não estamos sozinhos nesta caminhada que visa criar um futuro melhor para as próximas gerações. É fulcral associarmo-nos a estas iniciativas como forma de garantir que nos mantemos na rota correta para cumprir aqueles que são os principais roteiros para um mundo melhor, nomeadamente a Agenda 2030 e o Acordo de Paris. Estar envolvidos nestas redes dá-nos uma visão mais profunda sobre o que os nossos parceiros estão a fazer, permitindo-nos adquirir ferramentas mais eficazes para abordar um problema sério e incontornável, enquanto nos dá a possibilidade de também nós partilharmos aquilo que fazemos e propomos para o futuro das nossas empresas.

              Escolheram “Eletrificação de frotas: Os desafios para o Ambiente e para as Empresas” como tema da vossa sessão na SRS 2023. Quais os principais desafios que se colocam quando falamos desta temática?

              A escolha deste tema prende-se essencialmente com duas das metas mais visíveis que temos para os próximos anos: o aumento da produção própria e consumo de energia renovável e a crescente eletrificação das nossas viaturas de distribuição logística. Se são inegáveis os benefícios que da eletrificação da frota para o Ambiente, não podemos ignorar o desafio que isso representa para as empresas. Estaremos preparados enquanto país para garantir que nos próximos anos a frota de distribuição logística será 100% elétrica? Teremos os recursos, como postos de carregamento rápidos e número de postos de carregamento, para assegurar que os carros que estão na rua a fazer estes serviços continuam a cumprir prazos de entrega sem aumentar de forma incomportável os custos para as empresas? Serão algumas das perguntas que estarão em cima da mesa e, com um painel tão rico como o que vai compor a nossa sessão, esperamos sair da mesma com algumas linhas orientadores para nos guiar neste processo.

              Sendo um Grupo empresarial têm uma responsabilidade social sobre a vossa cadeia de valor. Consideram que as empresas estão preparadas para o contexto regulatório que está a ser desenvolvido?

              Temos bem presente a importância do papel que devemos desempenhar na promoção da Sustentabilidade ao longo da nossa cadeia de valor. Valorizamos as expectativas dos stakeholders, através do diálogo, envolvimento e reflexão conjunta. Procuramos influenciar positivamente os nossos parceiros, pela forma como atuamos nas dimensões ESG e sentimos que o momento é de ação. As empresas que não percebam que temos de criar uma sociedade mais sustentável estão a criar um problema sério para as novas gerações. O contexto regulatório que está a ser desenvolvido deve ser encarado como uma oportunidade e não como um constrangimento, pelo que as empresas devem aproveitar todos os mecanismos ao seu alcance para dar um passo em frente nesta área.

              Que iniciativas ou projetos têm em vista para sensibilizar as vossas Partes Interessadas em matéria de Responsabilidade Social e Sustentabilidade?

              O ano de 2022 marcou uma mudança de paradigma para o Grupo BEL, como se pode comprovar pela consulta do Relatório de Sustentabilidade que apresentámos recentemente. Criámos a Comissão ESG e o Departamento de Sustentabilidade, reestruturámos a Comissão de Ética e consolidámos o Departamento de Compliance. Esta reorganização da nossa estrutura permite-nos abordar esta matéria de uma forma mais robusta e responder mais rapidamente aos desafios que vão surgindo. Podemos destacar algumas medidas que já estão a ser preparadas para o próximo ano, como a implementação de um plano de saúde mental, o BEL BEING, estamos já a desenvolver um programa de voluntariado corporativo e criámos o Prémio de Sustentabilidade. São alguns exemplos de iniciativas que acreditamos possam acrescentar real valor à nossa atividade e a todas as partes interessadas.

              Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, que lhes permita acelerar a sua ação para uma Governação mais responsável?

              Não podemos ficar parados. Independentemente das motivações que cada um possa ter para cumprir a agenda 2030 das Nações Unidas, seja por pressão legislativa, seja porque reconhecer que a criação de valor para a sociedade é a melhor estratégia de negócio, importa estar alinhado e acelerar a mudança que se impõe. As ações que tomarmos no imediato vão ter impacto amanhã, só há um caminho a fazer e esse caminho é o da Sustentabilidade e da Governação Responsável.

              SRS 2023 | CCA Law Firm

              A Semana da Responsabilidade Social, com realização anual desde 2006, tem este ano como tema central a “Governação Organizacional Responsável”, fundamentado na importância da adoção de práticas e políticas que promovam a Transparência, a Ética, a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade.

              O tema da edição de 2023 encontra-se alavancado na abordagem holística da NP EN ISO 26000 – Linhas de Orientação da Responsabilidade Social.

              Em entrevista, Domingos Cruz, CEO e Managing Partner da CCA Law Firm, afirma que “Na CCA Law Firm temos um know-how forte em Inteligência Artificial, e em Governance e Ética que com ela se relacionam. Este know-how que temos internamente é, também ele, conhecimento que queremos partilhar e que considerámos ser uma mais-valia para participarmos na SRS 2023

              Temos a honra de poder contar com a participação da V/ organização nesta iniciativa anual. Quais as razões que levam a associar-se à SRS 2023?

              Na CCA Law Firm temos um know-how forte em Inteligência Artificial, e em Governance e Ética que com ela se relacionam. Este know-how que temos internamente é, também ele, conhecimento que queremos partilhar e que considerámos ser uma mais-valia para participarmos na SRS 2023. A verdade é que estamos cada vez mais preocupados com os temas de Governance e, por esse motivo, achamos que temos um papel a desempenhar junto dos nossos stakeholders. São estes os motivos que levam a CCA Law Firm a associar-se à SRS 2023, tendo em conta o tema deste ano “Governação Organizacional Responsável”, permitindo-nos trazer estes temas à discussão e fazer parte desta iniciativa.

              De que forma é que a CCA Law Firm materializa a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade na sua estratégia de negócio?

              Mais do que estratégia, gostamos antes de falar numa cultura de sustentabilidade. Esta cultura é o que procuramos internalizar em todas as áreas do nosso negócio. Para o fazer, utilizamos vários métodos, quer internos quer externos, de forma a conseguirmos chegar a todos os nossos stakeholders da forma mais eficiente e responsável possível.

              Por um lado, internamente, via adoção de medidas e ações desenvolvidas atendendo aos princípios do UN Global Compact e aos nossos ODS prioritários, com políticas e ações desenvolvidas com vista a um trabalho digno e à redução das desigualdades, através da formação de lideranças e abordando, também, o tema da saúde mental.

              Por outro lado, externamente, onde, para além das ações de sensibilização, como sejam a nossas conferências CCA ON Time na Sustentabilidade, que começaram em 2021, e que procuram sensibilizar, influenciar e abrir novas perspetivas para variadas temáticas, temos ainda ações de formação, como a 1ª edição da CCA AI Governance Academy, que irá realizar-se durante também durante o mês de novembro. Desta forma, e através destas iniciativas, procuramos que todas as áreas e departamentos estejam despertas, e cada vez mais atentas, aos aspetos ambientais, sociais e de governance.

              São participantes da UN Global Compact Network Portugal. Quais os principais benefícios que retiram da integração nesta rede que este ano celebra 20 anos?

              É com muito orgulho que nos associamos e participamos junto da UN Global Compact Network Portugal, de forma a poder partilhar um espaço de diálogo juntamente com outras empresas, onde também se incluem os nossos pares.

              Já tivemos, também, a oportunidade de participar no Business & Human Rights Accelerator, beneficiando de todo o apoio que a estrutura em Portugal nos deu para desenvolver o nosso plano de ação nesta matéria.

              Escolheram a Inteligência Artificial como tema da vossa sessão na SRS 2023. Quais os principais desafios que se colocam quando falamos desta temática?

              O maior desafio que temos, ao falarmos em Inteligência Artificial, é na forma como esta é utilizada e como podemos tirar o maior partido dessa utilização.

              Na nossa visão, a Inteligência Artificial é uma ferramenta que, não só nos ajuda na nossa profissão, como nos ajuda a dar respostas e a atingirmos resultados no nosso trabalho e junto dos clientes. É por este motivo que a incorporamos no nosso dia a dia e não temos medo de a utilizar. O importante a reter é que a sua utilização não poderá, nunca, descurar a qualidade, e é nesta perspetiva que está o desafio. Consideramos que o espírito crítico e analítico de uma pessoa, e a sua análise, ainda é insubstituível.

              Quais os principais riscos que se colocam às empresas pela utilização da IA?

              Para que a utilização da inteligência artificial seja feita da melhor forma possível, é importante existir uma aposta na formação que é dada às pessoas nas empresas, não só porque ajudará a promover uma utilização eficiente e de qualidade, mas também ética e responsável. Isto, porque, a empresa tem também de se salvaguardar, mantendo um conhecimento amplo do que se passa na estrutura e instruindo os suas pessoas naquela que deverá ser a utilização a dar, ou não, às ferramentas de IA adotadas. Caso contrário, poderá correr-se o risco de não utilizarem a ferramenta por desconhecimento ou, por outro lado, que a sua utilização seja indevida, não estando desperta para os riscos que resultados inesperados ou incorretos possam gerar. É importante que, ainda que com a IA, as pessoas continuem a pensar de forma crítica e criativa na solução dos desafios diários junto dos clientes.

              Na CCA temos uma política que incentiva à sua utilização, fazendo-o, sempre, com base nas melhores práticas de Governance e de ética, tendo, para o efeito, criado a Política de adoção e utilização de novas tecnologias e de sistemas de Inteligência Artificial (NTSIA), que demonstra, também, a grande preocupação que temos com esta temática.

              Que iniciativas ou projetos estão previstos realizarem em 2023/2024 para envolver e sensibilizar as vossas Partes Interessadas em matéria de Responsabilidade Social e Sustentabilidade?

              Na CCA, ao longo de 2023, tivemos vários projetos e iniciativas que se desenvolveram, tendo por foco a Responsabilidade Social e a Sustentabilidade, sendo que menciono aqui alguns. Por um lado, o cálculo da nossa pegada carbónica, realizado este ano mas referente ao ano de 2022, que nos permitirá, durante o ano de 2024, iniciar medidas de implementação e de correção face aos dados registados. Por outro, junto dos nossos colaboradores, teve início o programa CCA Nómada. Este programa foi criado para que as pessoas da CCA possam melhor equilibrar a sua vida pessoal/profissional, incentivando a que o trabalho possa ser realizado remotamente até 30 dias consecutivos por ano. Assim, é possível fazer face a quaisquer circunstâncias pessoais que possam existir, oferecendo uma outra liberdade e flexibilidade para a realização de funções.

              Para 2024 queremos, acima de tudo, dar continuidade à preocupação que temos, constantemente, com as pessoas CCA e pretendemos melhorar as políticas de parentalidade e de work-life balance. Adicionalmente, iremos implementar uma política de fornecedores que procura difundir, junto destes, os nossos princípios e sensibilizá-los para os temas de sustentabilidade.

              Que mensagem final deixa aos vossos stakeholders, que lhes permita acelerar a sua ação para uma Governação mais responsável?

              Creio que a mensagem principal a passar é que não podemos esperar que haja legislação que nos obrigue a fazer aquilo a que, eticamente, já nos encontramos obrigados a fazer. Passo a passo podemos fazer este caminho, identificando os principais riscos e temas que devem ser acautelados e traçar, então, um plano de ação.

              É por isto que a CCA Law Firm procura, cada vez mais, desenvolver ações de sensibilização, alertas, e lançar temas à discussão junto de todos os seus stakeholders, é importante sabermos que não estamos sozinhos nem precisamos de estar sozinhos. A partilha de boas-práticas é fundamental na aceleração de uma governação mais responsável.

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