Comissão Técnica 218 – Economia Circular realiza Workshop ´Normalização da Economia’

Comissão Técnica 218 – Economia Circular realiza Workshop ´Normalização da Economia’

No dia 12 de outubro, entre as 14h30 e as 17h30, a Comissão Técnica (CT) 218 – Economia Circular promove o Workshop ‘Normalização da Economia’ na Casa do Corim [R. Dom Afonso Henriques 2540, 4424-057 Águas Santas]. A entrada é livre mas sujeita a registo.

A iniciativa encontra-se no âmbito do trabalho desenvolvido pela CT 218 – Economia Circular, do Organismo de Normalização Setorial / APEE, que tem como objetivo acompanhar o trabalho da Comissão Técnica Internacional ISO/TC 323 – Circular Economy, com vista à transposição dos respetivos referenciais normativos para o Sistema Português de Normalização. O ISO/TC 323 visa a criação de referenciais normativos que integrem o desenvolvimento de requisitos, estruturas, orientações e ferramentas de suporte relacionadas com a implementação de projetos de economia circular, aplicáveis a qualquer organização.

Todos os anos são produzidos 2,2 mil milhões de toneladas de lixo na União Europeia (UE). A UE encontra-se por isso empenhada na promoção da mudança de uma economia linear, baseada num modelo que exige vastas quantidades de materiais a baixo preço e de fácil acesso e muita energia, para uma economia circular.

A Economia Circular é um modelo de produção e de consumo que envolve a partilha, o aluguer, a reutilização, a reparação, a renovação e a reciclagem de materiais e produtos existentes, enquanto possível. Desta forma, o ciclo de vida dos produtos é alargado.
Na prática, a economia circular implica a redução do desperdício ou dos resíduos ao mínimo. Quando um produto chega ao fim do seu ciclo de vida, os seus materiais são mantidos dentro da economia sempre que possível graças à reciclagem. E podem, deste modo, ser utilizados uma e outra vez, o que permite criar mais valor.

A economia circular tem assim como objetivos reduzir a pressão sobre os recursos naturais, diminuir a produção de resíduos, diminuir os impactos ambientais e promover a sustentabilidade a longo prazo. Além disso, a economia circular pretende criar oportunidades económicas, como o desenvolvimento de novas atividades económicas, empregos e indústrias relacionadas com a reciclagem, reparação e reutilização.

INSCREVA-SE AQUI!

[O evento é exclusivamente presencial]

Programa                          

14h30    Receção

15h00    Boas Vindas

Fernando Leite, CEO da LIPOR 
– Ricardo Lopes Ferro, Presidente do ONS APEE e Presidente da CT 218 | Economia Circular

15h20    Economia Circular: Conceito & Princípios

– Diana Nicolau, LIPOR e Vogal da CT 218 | Economia Circular

15h40    Normalização da Economia Circular

Ricardo Lopes Ferro, Presidente do ONS APEE e Presidente da CT 218 | Economia Circular

16h00    Processo de Certificação

Sílvia Barbosa, APCER e Vogal da CT 218 | Economia Circular

16h20    Pausa para café

16h30    Mesa Redonda: Economia Circular em Ação

– Manuela Proença, APA e Membro da CT 218 | Economia Circular

– Cristina Rocha, LNEG e Vogal da CT 218 | Economia Circular

Moderador: Ricardo Lopes Ferro, Presidente ONS APEE e Presidente da CT 218 | Economia Circular

17h30    Encerramento


Contamos consigo!

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ISO e PNUD assinam acordo de colaboração

ISO e PNUD assinam acordo de colaboração

A Organização Internacional de Normalização (ISO) e o  Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) assinaram um acordo de colaboração, que destaca o compromisso com o papel das normas internacionais em resposta aos desafios globais da Sustentabilidade. O acordo, primeiro assinado entre as duas organizações, inclui o desenvolvimento da primeira norma internacional que unificará os critérios para documentar e certificar o trabalho que as organizações e as empresas estão a fazer para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Esta é a futura norma ISO 53001, que estabelecerá os requisitos de um sistema de gestão dos ODS das Nações Unidas.

Esta aliança permite aproveitar e combinar o impulso de duas das organizações mais relevantes no mundo, no campo do desenvolvimento sustentável, representando também um passo importante para a harmonização dos padrões de sustentabilidade em todo o mundo.

A Presidente da ISO, Ulrika Francke, afirmou: “Como vemos no ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objetivos, alcançar os ODS exige uma verdadeira parceria entre setores. Esta união entre a ISO e o PNUD é uma oportunidade para alavancar as contribuições das organizações para um futuro mais resiliente e equitativo para todos.”

O administrador do PNUD, Achim Steiner, disse: “Ao ajudar a moldar novos padrões de governação para empresas e investidores, o PNUD e a ISO podem garantir que a sustentabilidade e os ODS não sejam apenas uma adição aos negócios, mas uma parte intrínseca da forma como os negócios são conduzidos. Com melhores práticas, alcançaremos melhores resultados para empresas e investidores, e melhores resultados para as pessoas e o planeta.”

O IPQ -Instituto Português da Qualidade, mandatou a APEE – ONS, CT 164, para acompanhar os trabalhos do ISO/PC 343 Management System for UN SDGs , garantindo assim a ligação do tecido empresarial português a esta iniciativa de importância estratégica.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é a rede global de desenvolvimento da ONU, que trabalha em cerca de 170 países e territórios, ajuda a: erradicar a pobreza,  reduzir as desigualdades e a exclusão e construir resiliência, para que os países possam prosperar.

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APEE modera mesa-redonda na Conferência Internacional “Estratégia ESG para PME Exportadoras” no dia 25 de setembro

APEE modera mesa-redonda na Conferência Internacional “Estratégia ESG para PME Exportadoras” no dia 25 de setembro

A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal organiza na Fundação Calouste Gulbenkian uma conferência da Secretaria de Estado da Internacionalização no dia 25 de setembro, entre as 08h30 e as 18h00.

A iniciativa visa promover uma estratégia para adaptação das PME Exportadoras às mudanças resultantes da transposição da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD), aprovada pela Comissão Europeia em dezembro de 2022, e de um conjunto de novos standards e regras sobre o relato de sustentabilidade das empresas, que serão anunciados em 2024.

Com o mote e objetivo de sensibilizar e apoiar as PME Exportadoras na adoção de práticas ambientais, sociais e de governação (ESG), a conferência contará com um vasto painel de oradores nacionais e internacionais.

Às 15h00, sob o tema “ESG – Oportunidades de financiamento e apoio disponível às empresas Compete 2030”, irá realizar-se um painel moderado por Mário Parra da Silva, Presidente da APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial, que contará com a participação de Nuno Mangas, Presidente do COMPETE 2030, Filipe Santos Costa, Presidente do Conselho de Administração da aicep Portugal Global, Luís Guerreiro, Presidente do Conselho Diretivo do IAPMEI, Carlos Abade, Presidente do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, António Martins da Costa, Presidente da Câmara de Comércio Americana/AmCham Portugal e Carmen Carvalheira, Vice-Presidente da CCDR Alentejo.

A entrada na Conferência é gratuita mas sujeita a registo.

Para mais informações e consulta do programa aceda aqui.

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Lançamento da Plataforma Ai.Ethics – Ética na Inteligência Artificial

Lançamento da Plataforma Ai.ethics – Ética na Inteligência Artificial

No passado dia 3 de julho realizou-se, entre as 14h30 e as 18h30, no Hotel VIP Executive Entrecampos, a Sessão Pública do Lançamento da Plataforma Ai.ethics – Ética na Inteligência Artificial, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Ética Empresarial e da UNA Portugal – Associação Unidade das Nações.

A sessão contou com a abertura de Mário Parra da Silva, Presidente da APEE e Secretário-Geral da UNA Portugal. 

Seguiu-se a intervenção de Ricardo Ferro, Presidente do Organismo de Normalização Setorial (ONS) da APEE e Vice-Presidente da UNA Portugal, realizando um enquadramento da temática.

A sessão prosseguiu com o segmento “A Ética na Inteligência Artificial”, onde Ana Saraiva, Project Manager da APEE, e Gonçalo Diniz, Consultor da APEE, apresentaram o programa e a Plataforma Ai.ethics.

A Sessão terminou com a Cerimónia Protocolar de Adesão à Plataforma Ai.ethics – Ética na Inteligência Artificial, tornando-se a Virtualnauta Lda, representada por Luís Ferreira, a primeira organização a aderir à Plataforma Ai.ethics – Ética na inteligência Artificial.

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Projeto de Norma Portuguesa 4590 – Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional elaborado pelo ONS – APEE encontra-se em consulta pública até 14 de julho no site do IPQ

Projeto de Norma Portuguesa 4590 – Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional elaborado pelo ONS – APEE encontra-se em consulta pública até 14 de julho no site do IPQ

No passado dia 27 de junho realizou-se entre as 14h30 e as 18h30 no Auditório Professor Doutor Martins dos Santos, da Egas Moniz School of Health & Science o Seminário de Apresentação do projeto de Norma Portuguesa 4590 – Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional e Dinamização do Inquérito Público, promovido pela Comissão Técnica 219 – Saúde e Bem-Estar Organizacional da APEE.

A sessão contou com a Abertura de José João Baltazar Mendes, Presidente da Egas Moniz School of Health & Science, que referiu no seu discurso que “A felicidade é um tema que já não é novo. (…) Ao longos dos anos o conceito de felicidade foi evoluindo até chegarmos a esta Norma.“

Seguiram-se as palavras de Mário Parra da Silva, Presidente da APEE, que acredita que “A organização não é, nem pode ser, um somatório de pessoas. São as pessoas que escolhem as organizações e não as organizações que escolhem as pessoas. “

A última intervenção na abertura do evento foi Maria João Graça, Vogal do Conselho Diretivo do IPQ, que salientou que “As organizações são as pessoas e todas elas contribuem para o seu sucesso”.

Ausenda Oliveira, Presidente da CT219 – Bem-Estar e felicidade Organizacional, do ONS-APEE apresentou o prNP 4590 Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional. Este tem como objetivo principal oferecer às organizações um referencial para a implementação de políticas, programas e uma cultura de Bem-Estar e Felicidade Organizacional, que contribua fortemente para a saúde física e mental dos trabalhadores e trabalhadoras e, dessa forma, para o desempenho e a Sustentabilidade das Organizações e da Sociedade.

A tarde desenvolveu-se com a Dinamização da resposta ao Inquérito Público da CT 219, moderada por Ausenda Oliveira, e que contou com as intervenções de alguns membros da Comissão Técnica, nomeadamente:

  • Eduardo Morgado, Vice-Presidente da Associação Portuguesa para a Qualidade;
  • Luís Lopes, Vogal da Direção da Associação Portuguesa de Ética Empresarial;
  • Luís Oliveira, Perito da CT 219;
  • Maria Isabel Mendes, Vogal da Direção da Associação Portuguesa de Ética Empresarial;
  • Mónica David, Diretora do Departamento de Valorização de Recursos Humanos da Empresa Municipal de Ambiente em Cascais;
  • Susana Leal, Diretora da Equipa Multidisciplinar de Assessoria, Gestão de Informação, Identidade e Redes, da Secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros;
  • Teresa Núncio, Assessora do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente (APA);
  • Susana Pacheco, Product Manager da APCER.

No que concerne a Personalidades e Organizações convidadas para este painel, marcaram presença:

  • Ana Isabel Pedroso, Médica Especialista em Medicina Interna e Intensiva, Chief Medical Information Officer;
  • Isabel Bispo, Médica Especialista em Medicina Geral e Familiar da Unidade de Saúde Familiar Briosa, do Centro de Saúde Norton de Matos em Coimbra.
  • Luísa Amaral, Responsável de Segurança e Saúde no Trabalho da ANA – Aeroportos de Portugal, SA;
  • Miguel Capelão, Chief Culture Office da PHC Software;
  • Pedro Carrana, Chefe de divisão de Desenvolvimento Social e Saúde, também do município de Pombal;
  • Pedro Pimpão, Presidente da Câmara Municipal De Pombal 

De recordar que o prNP 4590 Sistema de Gestão do Bem-Estar e Felicidade Organizacional encontra-se em Consulta Pública desde 15 de junho até ao dia 14 de julho, no site do IPQ.

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CVCV – Biblioteca

Biblioteca

– Recomendação da OCDE Sobre Integridade Pública, adotada em 2 de maio de 2018 pelo Conselho de Prevenção da Corrupção, que chama à ação precisamente sobre esse tema, ao “priorizar o Princípio da Integridade como linha orientadora na prevenção de corrupção e infrações conexas”;

Recomendação da OCDE Sobre Integridade Pública

– Diretiva da União Europeia sobre “whistleblowing” (proteção dos denunciantes);

Diretiva da União Europeia sobre “whistleblowing”

– Norma Internacional ISO 37001 – Sistemas de Gestão Anticorrupção, já transposta para a Normalização Portuguesa;

Norma Internacional ISO 37001 – Sistemas de Gestão Anticorrupção

– Programa do XXII Governo Constitucional, no qual, dentro do capítulo “Melhorar a qualidade da Democracia”, apresenta algumas medidas de combate à corrupção.

Programa do XXII Governo Constitucional

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Universidade de Coimbra acolheu a Sessão AI. Ethics

Universidade de Coimbra acolheu a Sessão AI. Ethics

No dia 16 de maio, realizou-se no Auditório Student Hub [Edifício da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Rua Larga, r/c, 3004-504 Coimbra], mais uma sessão do programa AI.Ethics. 

O evento contou com a abertura de Mário Parra da Silva, Presidente da APEE e Secretário-Geral da UNA Portugal, que propôs uma reflexão responsável sobre os limites, oportunidades e responsabilidades que as tecnologias nos trazem. José Manuel Silva, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, referiu o papel fulcral dos Princípios, Valores e da Ética na Inteligência Artificial. A terminar o painel de abertura, Amílcar Falcão, Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, refletiu sobre o efeito da Inteligência Artificial na Sustentabilidade.

Seguiu-se a intervenção de Ernesto Costa, Professor Catedrático do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra, com o tema “Ética como Geradora e Suporte de Confiança”. Tal como nos fala a recomendação sobre a Ética na IA da UNESCO, é necessário também que exista uma interligação entre todas as partes interessadas, nomeadamente entre as empresas, os cientistas, os governos, as organizações e as próprias pessoas.

Realizou-se um debate sobre Ética na Inteligência Artificial, moderado por Mário Parra da Silva, Presidente da APEE e Secretário-Geral da UNA Portugal, que contou com a intervenção de Amílcar Cardoso, Vice-Presidente do Instituto Pedro Nunes e de Gonçalo Quadros, Co-Fundador e Chairman da Critical Software.

A sessão encerrou com o segmento “A Ética na Inteligência Artificial”, onde Ana Saraiva, Project Manager da APEE, e Gonçalo Diniz, Consultor da APEE, apresentaram as principais conclusões da Recomendação da UNESCO sobre a Ética da Inteligência Artificial, documento publicado em 2022, que considera a Ética como base para a avaliação e a orientação normativa das tecnologias de Inteligência Artificial. Foi igualmente apresentado o programa AI.Ethics, mencionando o seu processo de avaliação e as suas diferentes etapas, com vista à emissão de selos de transparência e explicabilidade de algoritmos.

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Processo de Reconhecimento – Selos de Transparência e Explicabilidade de Algoritmos

Processo de Reconhecimento – Selos de Transparência e Explicabilidade de Algoritmos

  1. A organização contrata o processo de reconhecimento e aceita a respetiva fee;
  2. Seguindo critérios pré-estabelecidos pelo Programa AI.ethics, a organização declara a sua disponibilidade para que os seus sistemas de IA, próprios ou contratados, sejam escrutinados e realiza uma autoavaliação;
  3. A APEE, com a colaboração dos stakeholders apropriados, analisa a autoavaliação e, caso o parecer seja favorável, emite um Selo de Qualificação (que poderá ter vários níveis) relativo à confiança ética dos sistemas de IA em causa;
  4. A partir dessa etapa, e durante um determinado período, serão realizados “testes de stress” aos algoritmos dos sistemas de IA, numa periodicidade que seja adequada aos riscos que os sistemas evidenciem;
  5. Os Selos seguintes dependerão da conformidade aos seus requisitos;
  6. Será aberto, para cada Selo emitido, um canal digital de comunicação, a ser utilizado pelas organizações aderentes, para serem informados quanto a ocorrências positivas ou negativas, atribuídas ao funcionamento do algoritmo, de acordo com o juízo do comunicante;
  7. A empresa é regularmente informada, de modo a que possa reagir como entender à ocorrência e a APEE colabora na procura de soluções, dentro das suas competências;
  8. O Selo é renovável mediante nova avaliação. A emissão do Selo e as suas renovações estão sujeitas a pagamento;
  9. Cada Selo tem uma determinada validade, e deverá ser renovado nas condições que vierem a ser estabelecidas no Regulamento AI.ethics.

 

E depois, fica por aqui?

Não. A APEE envolve-se em todo o processo de melhoria e acompanhará o seguimento de todo o processo, avaliando o impacte detetado e, se for o caso, elaborando propostas de correção ou melhoria do sistema. O desfecho da avaliação e possíveis passos seguintes serão comunicados à entidade que detetou o impacte negativo.

 

E se não obtiver o devido reconhecimento?

Caso algum dos sistemas utilizados não supere um determinado teste, ou tenha sido identificado algum impacte comprovadamente negativo, e a organização não consiga ou não deseje corrigi-lo, deixará de fazer parte da plataforma, perdendo os selos de Reconhecimento já adquiridos.

Candidatura ao Reconhecimento “Criar Valor com Valores”

Reconhecimento Criar Valor com Valores

A Candidatura ao Reconhecimento Criar Valor com Valores contempla a distinção de Organizações que desenvolvam referenciais de Ética e assumam formal e explicitamente um compromisso com o cumprimento de referenciais de Ética, como forma de criar valor para as suas partes interessadas. Para o efeito é utilizada como estrutura principal de referência a Norma Portuguesa (NP) 4460-1:2007 Ética nas Organizações.

Reconhecimentos a atribuir:

  • Diploma de Admissão ao Reconhecimento.
  • Menção Honrosa do Júri.
  • Reconhecimento do Júri.

Benefícios para as Organizações distinguidas com o Reconhecimento:

  • Oportunidade de publicação do Código de Ética/ Conduta ou documento equivalente, no Website da APEE.
  • Possibilidade de exibirem um “pitch” em evento da APEE.
  • Oportunidade de automaticamente serem candidatas à Medalha de Mérito da APEE, atribuída pela Direção da Associação, em evento público.
  • Possibilidade de integração, a título individual, no Conselho de Ética da APEE, por três anos, na qualidade de “Conselheiro de Ética”, do/a Gerente, Administrador(a) ou CEO da organização premiada.

Período de Candidaturas:

  • As candidaturas da primeira edição decorrem de 1 de junho a 29 de setembro de 2023.

Documentos da Candidatura:

Presidente do Júri:

Luís Natal Marques, Presidente do Conselho Fiscal, UNA Portugal

Membros do Júri:

Ana Saraiva, Project Manager, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

Dulce Forte, Presidente da Direção, Associação Internacionalização e Inteligência Económica 

Gonçalo Diniz, Vogal da Direção, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

Paulo Jorge Monteiro, Ethics and Compliance Specialist 

Ricardo Ferro, Vice-Presidente, Associação Portuguesa de Ética Empresarial

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Assessment / Formação

Assessment / Formação

O domínio Assessment / Formação é constituído pela seguinte metodologia de trabalho:

  • Formação: 3 Workshops online sobre Ética nas Organizações: Para quê? Como? Apresentação de Business Cases e Reporting. Cada Workshop terá a duração de 2 horas e incluirá a realização de trabalhos entre Workshops (modalidade flipped learning).
  • Reunião online de Assessment, com duração de até 2 horas, para avaliação de situações e de tipos de Códigos de Ética a alterar ou ciar.
  • Reunião online de Assessment / Formação para acompanhamento da elaboração/ melhoria de Códigos de Ética. O número de reuniões, com duração de até 2 horas, é variável e depende da dimensão da organização (consultar o Regulamento).

Após o período de Assessment/ Formação, a organização, caso assim entenda, poderá candidatar-se ao Reconhecimento Criar Valor, com Valores, ao domínio Comunicação ou integrar um novo grupo do domínio Assessment / Formação.

A equipa técnica da APEE é constituída por especialistas em Ética.

Período de adesão ao domínio Assessment / Formação:

  • As organizações podem aderir ao domínio Assessment/ Formação a qualquer momento, pois a adesão decorre em contínuo.
  • A APEE, face às candidaturas recebidas no presente domínio, produzirá um cronograma de execução.

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Contactos

  • Sede

    Avenida João Crisóstomo nº 62 r/c dtº 
    1050-128 Lisboa, Portugal

    t. +351 213 156 734
    m. +351 912 549 787
    apee@apee.pt

  • Delegação

    Espaço Multigeracional - Incubadora de Empresas de Águeda
    Rua Luís de Camões, nº 64
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    t. +351 912 549 787

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